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Sabe aquela tosse persistente que parece não ter fim e que atrapalha o sono, o trabalho e até conversas simples do dia a dia? Quando esse sintoma se prolonga, é necessário se atentar ¹.
A tosse é um mecanismo natural de defesa, responsável por proteger as vias respiratórias e eliminar secreções, partículas e agentes irritantes. O problema começa quando deixa de ser pontual e vira rotina, causando cansaço, desconforto na garganta e dor no peito ¹.
Neste conteúdo, entenda as possíveis causas, quando procurar um médico e como aliviar o sintoma com segurança. Continue a leitura e confira também qual doença faz tossir sem parar.
Resumo
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É aquela que ocorre de maneira recorrente por longos períodos, mesmo que o quadro que deu origem ao sintoma já tenha passado. Quando dura até três semanas, é considerada aguda e associada a um processo inflamatório recente que o organismo luta para combater, sem indicar maiores riscos ².
Contudo, se persiste por mais de três semanas, pode ser tratada como tosse crônica, indicando que há inflamações recorrentes do sistema respiratório ou que a imunidade não é capaz de suprimir esses ataques ao organismo ².
É válido destacar que a tosse é um sintoma natural em casos eventuais de irritação nas vias respiratórias, principalmente na parte que vai da garganta até os pulmões. Esse desconforto é comum em quadros infecciosos, como a gripe, o resfriado ou até mesmo a covid-19 1, 4.
Também pode significar uma alergia ou sensibilidade relativa a fatores ambientais, como poeira, pólen, poluição, fumaça de cigarro e outros agentes irritantes, que podem inflamar e ressecar as vias aéreas e provocar tosse ¹.
A origem pode ser pulmonar quando há chiado no peito, sensação de peso torácico, falta de ar ou produção de secreção profunda. Geralmente, a tosse é mais intensa durante esforço ou à noite, podendo coexistir com cansaço respiratório. Nesses casos, a avaliação médica é necessária 1, 2.
Entenda no comparativo abaixo como saber se a tosse vem do pulmão ou da garganta 1, 2:
|
ORIGEM |
SINTOMAS |
|
PULMÃO |
Chiado audível, falta de ar, dor no peito, catarro espesso vindo “do fundo” do tórax. |
|
GARGANTA |
Coceira, pigarro constante, sensação de muco parado, piora ao falar muito ou em ambiente seco. |
Sim. A tosse persistente pode ser seca, quando não há eliminação de secreção, geralmente associada à irritação, alergias, refluxo ou uso de medicamentos. Também pode ser produtiva, com catarro, indicando maior produção de muco nas vias respiratórias, comum em infecções prolongadas, bronquite ou inflamações pulmonares que exigem avaliação adequada ².
Como o nome indica, a tosse seca persistente não vem acompanhada de expectoração. O som no ato da crise é mais direto, sem soar carregado. Ao mesmo tempo, é mais comum sentir coceira na garganta, com irritação e inchaço local ².
Tosse persistente com catarro
Por outro lado, uma tosse produtiva, persistente e com catarro tem um som mais carregado. Normalmente, vem com a sensação de “peito cheio” e se caracteriza pela presença de uma secreção na garganta, com uma aparência mais viscosa e espessa que o normal. Também é comum que o nariz escorra ².
Em ambos os casos, essa característica deve ser comunicada ao médico para ele montar um panorama do quadro de sintomas e evolução do caso, aumentando as chances de fechar um diagnóstico mais preciso ².
Pode surgir por fatores sazonais, como clima seco e maior circulação de vírus, por infecções respiratórias ou pela resposta do sistema imune. Também pode estar relacionada a condições fora do sistema respiratório, como refluxo, alergias ou uso de medicamentos, exigindo avaliação para identificar a causa e orientar o tratamento ¹.
Confira alguns exemplos de possíveis causas para tosse e irritação na garganta.
Em quadros de infecções respiratórias comuns, como a gripe e o resfriado comum, a tosse pode persistir por semanas, mesmo que os demais sintomas já tenham passado ¹.
Tal situação pode acontecer por conta de hipersensibilidade no tecido inflamado, imunidade baixa ou reinfecções seguidas ao quadro inicial ¹.
A asma é uma inflamação crônica do sistema respiratório, atingindo principalmente os brônquios nos pulmões. Devido às suas características recorrentes, o quadro pode se tornar persistente, já que o paciente asmático é suscetível a diversos gatilhos diferentes ³.
Tosse persistente pósovid é uma queixa bastante comum de quem sofreu com a infecção do coronavírus recentemente. Estudos apontam que metade dos infectados desenvolve algum tipo de complicação da chamada covid longa, como impulso de tossir 4.
Essa situação pode durar três semanas, três meses ou até um ano, dependendo do caso e da intensidade da covid 5.
Alergias respiratórias acontecem em caso de hipersensibilidade a um determinado agente irritante, que pode flutuar no ar do ambiente e ser inalado com a respiração ¹.
Os agentes causadores mais comuns são poeira, pólen e pelos de animais, provocando também outros sintomas, como espirros, coriza, obstrução das vias respiratórias e falta de ar. Em quadros mais severos de insuficiência respiratória, é necessário procurar atendimento médico com urgência ¹.
O refluxo gastroesofágico acontece quando o conteúdo do estômago volta pelo esôfago e causa irritação ou queimação nas paredes da garganta. Desse modo, pode desencadear uma inflamação local e, consequentemente, provocar a tosse persistente ¹.
A duração do quadro depende muito dos seus hábitos alimentares e cuidados para que o problema digestivo seja controlado ¹.
Entre as infecções respiratórias mais sérias que podem levar à tosse contínua, temos a pneumonia, que é uma complicação severa de quadros de gripe, e a tuberculose, que tem origem bacteriana e pode provocar crises crônicas e falta de ar ¹.
Problemas menos comuns também podem causar esse mal-estar respiratório, como ¹:
Crises contínuas podem estar ligadas a asma, rinite com gotejamento pós-nasal, refluxo gastroesofágico, bronquite e infecções respiratórias prolongadas. Em fumantes, doenças pulmonares crônicas também são comuns. A avaliação considera duração, presença de catarro e falta de ar, fatores que direcionam exames e tratamento adequados com mais precisão clínica 1, 2.
Nem sempre este sintoma exige atenção médica. Porém, existem sinais de alerta que indicam que o caso precisa ser avaliado com urgência, como ¹:
De todo modo, a tosse é um sinal de que o sistema respiratório está sofrendo com algum tipo de inflamação ou irritação nos dutos que passam pela garganta e vão até os pulmões. Por isso, sempre é importante acompanhar o quadro com atenção ¹.
Sob orientação profissional, o tratamento pode incluir o uso de medicamentos antitussígenos, que evitam a sensação de urgência e gatilhos para crises de tosse. Também são usados os expectorantes e fluidificantes, que afinam o muco acumulado e facilitam sua eliminação. Os antialérgicos também podem controlar inflamação e hipersensibilidade aguda ¹.
Os descongestionantes, por sua vez, diminuem a congestão nasal causada pela dilatação dos vasos sanguíneos que irrigam os dutos nasais ¹.
Por fim, também podemos citar medidas caseiras para aliviar os gatilhos e diminuir a intensidade das crises, como ¹:
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As causas mais frequentes são quadros alérgicos, como reações à poeira, ao pólen ou a pelos de animais, que irritam as vias aéreas e provocam coceira na garganta e inflamação local. A tosse também pode ter relação com infecções virais anteriores, como gripes, resfriados ou covid-19 1, 2, 4.
Em casos mais complexos, pode sinalizar outros problemas, como asma, refluxo gastroesofágico ou condições mais graves, como a presença de um corpo estranho nas vias respiratórias 1, 3.
Avalie a presença de outros sinais, como falta de ar, sangue na tosse, febre que dura mais de uma semana, perda de peso involuntária ou histórico de doenças, como tuberculose, imunodeficiências ou uso de medicamentos que afetam o sistema imune. Esses alertas indicam situação mais grave ¹.
Nesses casos, é fundamental procurar orientação médica com urgência ¹.
O primeiro passo é identificar a causa com um profissional de saúde. A tosse com mais de três semanas é considerada persistente e pode ter relação com alergias, asma, refluxo, infecções respiratórias mal curadas ou covid longa. O tratamento envolve o uso de antitussígenos, expectorantes, fluidificantes, antialérgicos ou descongestionantes 1-4.
Medidas caseiras também ajudam, como manter-se hidratado, usar umidificadores de ar, fazer inalações, tomar chás quentes e gargarejar com água morna e sal ¹.
Se, mesmo com esses cuidados, a tosse continuar, é fundamental buscar avaliação médica para um diagnóstico seguro ¹.
É relativamente comum e costuma ocorrer pela inflamação persistente das vias aéreas. Mesmo sem infecção ativa, a mucosa fica sensível e reage à poeira, ar frio ou esforço. A tendência é melhorar gradualmente, desde que não haja febre, piora progressiva ou outros sinais de complicação respiratória sistêmica ¹.
A tosse pode persistir por até três semanas, em alguns casos chegando a oito, devido à hipersensibilidade das vias respiratórias. Quando ultrapassa esse período ou piora, especialmente com febre ou falta de ar, é importante investigar outras causas para evitar complicações e orientar tratamento adequado precoce com acompanhamento médico ¹.
Piora noturna costuma estar relacionada ao refluxo ácido, asma ou gotejamento nasal posterior. Ao deitar, a secreção e o ácido irritam a garganta, estimulando a tosse. Elevar a cabeceira, evitar refeições noturnas, hidratar-se e controlar alergias ajudam a reduzir o desconforto e melhorar qualidade do sono e recuperação gradual ².
A coloração esverdeada resulta da ação de células de defesa e pode ocorrer em infecções virais. Sozinha, não define bactéria. Duração prolongada, febre alta, dor intensa e piora clínica são mais relevantes. A decisão por antibióticos depende de avaliação médica e não apenas da aparência do catarro ².
Inibidores da Enzima Conversora de Angiotensina (ECA), usados para pressão arterial, podem provocar tosse seca persistente. O sintoma surge semanas após o início do uso. Nesses casos, não se deve suspender por conta própria. O médico pode ajustar a medicação ou substituir por alternativa segura ¹.
São indicados quando a tosse persiste por mais de oito semanas, há falta de ar, dor torácica ou alterações no exame físico. Exames de imagem ou função pulmonar ajudam a investigar asma, infecções e doenças pulmonares, além de descartar complicações e orientar o diagnóstico e a conduta adequada 2, 3.

Trabalha na indústria Farmacêutica desde os anos 2000, vindo a atuar nas áreas de Saúde Feminina, Consumer Health, Clínica Geral, Pediatria, Dor e Inflamação, Reumatologia, Similares e genéricos.
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