médico observando a garganta de uma paciente com suspeita de faringite bacteriana.

Geralmente, a inflamação da garganta resulta de infecções virais agudas, como o resfriado e a gripe. Nesses cenários, os sintomas são mais leves e o risco de complicações é baixo. Porém, a situação é bem diferente nos quadros de faringite bacteriana, principalmente nos provocados pela bactéria estreptococos do grupo A 1.

Responsáveis por aproximadamente um terço dos casos infecciosos que afetam a faringe e os tecidos adjacentes, esses patógenos são oportunistas e atacam, principalmente, crianças entre 5 e 15 anos 1.

Normalmente, o tratamento de suporte e o uso de antibióticos por via oral são o bastante para curar o quadro. No entanto, é preciso monitorar a inflamação e tomar medidas adicionais se não houver melhora 1,2.

Nessas horas, além de contar com apoio médico, o que é fundamental, você pode se informar a respeito do assunto para descobrir como se cuidar. Dessa forma, leia o post para aprender quais são os sintomas, como se pega e quais as diferenças da faringite viral para bacteriana.

Resumo

  • A faringite bacteriana é uma inflamação de garganta que afeta o tecido mucoso da faringe, na região posterior da garganta. Pode ser causada por diferentes tipos de bactérias, mas as mais comuns são do gênero Estreptococos grupo A 1.
  • Dor ao engolir, rouquidão e fadiga vocal são queixas comuns do quadro. Normalmente, sintomas como coriza, tosse e congestão nasal, típicos de gripes e resfriados, são mais comuns nas infecções virais 1-3.
  • Por outro lado, os sintomas de faringite bacteriana incluem febre, náusea, vômito, cefaleia, dores abdominais, linfonodos inchados, abscessos e pus 1-3.
  • O tratamento de suporte serve para aliviar os sintomas e consiste em repousar, ingerir líquidos, fazer gargarejos de água morna com sal e tomar medicamentos para aliviar o inchaço, como anti-inflamatórios não esteroides. Além disso, por se tratar de uma infecção bacteriana, é necessária a administração de antibióticos 1-3.

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O que causa a inflamação da garganta?

Costuma ser causada por vírus e tem relação com infecções respiratórias, como resfriado e gripe. Por outro lado, bactérias causam um terço dos casos. Nesse contexto, os Estreptococos do grupo A são os patógenos mais comuns, seguidos por outros tipos de bactérias estreptocócicas, clamídia (Chlamydia trachomatis) e gonorreia (Neisseria gonorrhoeae) 2.

Vale destacar que existem diferentes tipos de infecção da garganta, como 1:

  • faringite: inflamação na faringe;
  • amigdalite: inflamação nas amígdalas;
  • faringoamigdalite: inflamação na faringe e nas amígdalas;
  • mononucleose: infecção causada por vírus Epstein-Barr;
  • celulite e abscessos amigdalianos.

De modo geral, essas variações são classificadas conforme a causa, os sintomas e a área mais atingida 1.

O que é faringite bacteriana?

É a infecção bacteriana da faringe, órgão em formato de funil, localizado na garganta, que faz parte da conexão entre nariz, boca, laringe e esôfago. Frequentemente é causada por Estreptococos do grupo A. Porém, também resulta de infecções por outras bactérias, como variantes estreptocócicas, Chlamydia trachomatis e Neisseria gonorrhoeae 1,2.

Está entre as infecções agudas mais comuns e pode afetar tanto adultos quanto crianças. No entanto, os quadros bacterianos afetam principalmente a faixa etária entre 5 e 15 anos. Nessa idade, a exposição é maior nos ambientes escolares e o sistema imunológico ainda não está preparado para combater patógenos com máxima eficiência 1.

Apesar de ser tratada com facilidade, esse tipo de condição requer atenção especial. Quando não é curada totalmente, pode desencadear complicações graves, como febre reumática e inflamações crônicas 1.

Quais são os sintomas de faringite bacteriana?

Os principais são 1-3:

  • rouquidão e/ou voz falhando;
  • dor e inflamação de garganta;
  • dificuldade ou desconforto para falar e engolir;
  • coriza;
  • tosse;
  • congestão nasal;
  • abscessos e pus na garganta;
  • febre;
  • cefaleia;
  • excesso de saliva;
  • pescoço enrijecido e/ou inchado nas laterais;
  • erupções cutâneas;
  • conjuntivite e irritações nos olhos.

Qual a diferença da faringite viral para bacteriana?

A faringite viral costuma durar cerca de cinco dias e causar tosse, coriza e rouquidão. A forma bacteriana, por outro lado, se estende por pelo menos sete dias e causa febre, cefaleia e abscessos. No entanto, pode haver sobreposições e o diagnóstico diferencial requer exames adicionais, na maioria dos casos 1-3.

O médico pode reconhecer os sinais de infecção apenas com o exame visual da garganta. O quadro sintomático e a intensidade do mal-estar podem dar indícios sobre a causa. Contudo, para ter certeza se a origem é viral ou bacteriana, pode ser necessária a coleta de amostra de secreção e swab de garganta 1-3.

Como se pega a faringite bacteriana?

A principal forma de transmissão é a inalação de gotículas contaminadas dispersas pelo ar quando a pessoa infectada tosse, espirra ou fala. Também pode ocorrer após contato direto ou indireto com secreções e saliva, principalmente se tocar o rosto antes de lavar as mãos ou compartilhar talheres e copos 1,4.

Quanto tempo dura a faringite bacteriana?

Normalmente, a faringite estreptocócica, que é a mais comum, melhora em até sete dias. Esse período pode variar de uma pessoa para outra. É importante procurar ajuda médica se não melhorar com o passar dos dias ou se o tratamento inicial não tiver o efeito desejado 1.

Como tratar faringite bacteriana?

Além de repouso e hidratação, o médico pode receitar analgésicos, como paracetamol, ou anti-inflamatórios não esteroides para amenizar a dor de garganta. Às vezes, gargarejo com água morna e sal também alivia o desconforto. Por fim, como se trata de uma infecção bacteriana, o uso de antibióticos costuma ser recomendado 1-4.

Como forma de prevenção, é fundamental adotar os seguintes cuidados 1-4:

  • tomar todas as vacinas disponíveis;
  • lavar as mãos com frequência e usar álcool em gel;
  • evitar ambientes com aglomerações;
  • não compartilhar copos, talheres, escova de dentes e outros objetos pessoais;
  • evitar temporariamente o contato com pessoas doentes.

Benegrip serve para tratar sintomas de faringite?

A linha antigripal de Benegrip contém ativos analgésicos, antitérmicos, anti-alérgicos e descongestionantes. Nossos medicamentos são indicados principalmente para alívio de sintomas causados por gripes e resfriados. Como esses quadros podem causar inflamação na garganta, medicamentos como Benegrip, Benegrip Multi e Benegrip Multi Dia e Noite podem ser úteis para amenizar o seu desconforto 5-8.

Para mais informações, converse com o médico ou farmacêutico, leia a bula do remédio e visite a loja online de Benegrip.

Benegrip. dipirona monoidratada, maleato de clorfeniramina, cafeína. Indicações: tratamento sintomático da gripe e resfriado. MS 1.7817.0092. Benegrip Multi. paracetamol, cloridrato de fenilefrina, maleato de carbinoxamina. Indicações: analgésico e antitérmico. Descongestionante nasal em processos de vias aéreas superiores. MS 1.7817.0768. Benegrip Multi Dia. paracetamol, cloridrato de fenilefrina. Indicações: para o tratamento dos sintomas das gripes e resfriados, como dor, febre e congestão nasal. MS 1.7817.0869. Fórmula com alta concentração de ativos (800mg de paracetamol + 20mg de fenilefrina). Maior tempo de ação quando comparado à fórmula 400mg paracetamol + 4mg cloridrato de fenilefrina + 4mg maleato de clorfeniramina. Benegrip Multi Noite. paracetamol, cloridrato de fenilefrina, maleato de carbinoxamina. Indicações: para o tratamento dos sintomas das gripes e resfriados, como dor, febre, congestão nasal e coriza. MS 1.7817.0868. Fórmula com alta concentração de ativos (800mg de paracetamol + 20mg de fenilefrina). Extra poder quando comparado à fórmula 400mg paracetamol + 4mg cloridrato de fenilefrina + 4mg maleato de clorfeniramina. ***Fórmula mais potente quando comparada à fórmula 400mg paracetamol + 4mg cloridrato de fenilefrina + 4mg maleato de clorfeniramina. Novembro/2025.

Imagem ilustrativa com embalagens de todos os produtos Benegrip

Sobre o autor

Dr. Márcio de Queiroz Elias

Trabalha na indústria Farmacêutica desde os anos 2000, vindo a atuar nas áreas de Saúde Feminina, Consumer Health, Clínica Geral, Pediatria, Dor e Inflamação, Reumatologia, Similares e genéricos.

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