Benegrip®
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A dor costuma começar de forma discreta, com um leve incômodo ao engolir, seguido pela sensação de muco na garganta ou irritação persistente. Com o passar das horas, surge uma dúvida comum: dor de garganta pode ser faringite?
Em muitos casos, sim. Isso porque a condição é uma inflamação da faringe, região localizada na parte posterior da garganta, que pode ser provocada por infecções virais ou bacterianas, além de alergias ou contato com agentes irritantes1.
Diante desse desconforto, também é comum o questionamento sobre como diferenciar faringite alérgica de gripe, já que ambas podem provocar irritação na garganta, tosse e mal-estar, embora tenham origens distintas1,2,4,5.
Quer entender melhor sobre o assunto? Siga a leitura e confira quais são os sintomas mais comuns de faringite e quando é importante procurar orientação médica.
Resumo
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É a inflamação que afeta a membrana que reveste a mucosa da faringe, localizada acima das cordas vocais, na parte posterior da garganta. As causas para esse quadro são, principalmente, infecções virais ou bacterianas, mas também podem decorrer de alergias, refluxo gastroesofágico, traumas ou câncer1.
Quando há controle da infecção original ou da causa, não representa grande risco à saúde. Entretanto, pode afetar o dia a dia, por causar dor na garganta e tosse seca1.
De acordo com a duração e a evolução do quadro, existem diferentes tipos de faringite, classificados como aguda ou crônica7:
As causas mais comuns são1,2:
Nesse contexto, é válido destacar que esse tipo de inflamação não é causado por vírus ou bactérias, mas por uma resposta do organismo a partículas que desencadeiam alergia.
De modo geral, as alergias que originam o quadro têm relação com fatores genéticos, que resultam em uma hipersensibilidade incomum a substâncias que, em sua maioria, oferecem pouco ou nenhum risco para a saúde2.
Essa sensibilidade exagerada leva a uma resposta imune equivocada, capaz de inflamar certas áreas do trato respiratório, o que pode provocar a faringite alérgica com diversos sintomas, como tosse, coceira na garganta e inchaço na região2.
Os sinais mais comuns são1:
Isso porque, quando alérgica, a faringite provoca irritação e inflamação na região da faringe. Essa reação pode causar desconforto na garganta e afetar outras áreas do trato respiratório1.
Em certos casos, também ocorrem febre e formação de camadas de pus no fundo da garganta. Quando não tratado, o quadro pode evoluir para formação de abscesso, otite, sinusite, rinite ou amigdalite3.
Quando a origem não é alérgica, as causas mais comuns são1,2:
Identificar a causa da irritação na garganta devido à inflamação dessa área é fundamental para realizar o tratamento correto. Porém, somente um médico é capaz de dar o diagnóstico correto. Por esse motivo, é importante consultar um profissional para evitar automedicação equivocada1,2.
Depende da origem. A de causa alérgica, por exemplo, costuma demorar até 10 dias para desaparecer, com episódios posteriores se houver nova exposição ao alergênico. Já a viral perdura de três a sete dias, e a bacteriana, de sete a dez dias. Ambas tendem a não ser progressivas nem recorrentes1,2,3.
Geralmente, esses quadros desaparecem por conta própria e tratamentos caseiros para faringite são suficientes, como tomar bastante líquido e descansar. Contudo, é importante procurar ajuda médica quando há1,2:
Nessas condições, quanto antes buscar orientação profissional, melhor para a eficácia do tratamento.
Dica de leitura: “O que é faringite viral? Saiba como tratar e prevenir”
Na maioria dos casos, a tosse é seca e surge por conta da irritação na garganta, que inflama, fica seca e vulnerável a agentes irritantes, como pólen, ácaros e poeira. Porém, pode acontecer de o muco ficar mais opaco e esbranquiçado e se transformar em tosse produtiva4.
Por se tratar de uma situação de laringe irritada com episódios de tosse, esse sintoma pode se manifestar em crises recorrentes, ao longo de vários dias, até que se controle a alergia crônica5.
Um quadro alérgico com tosse pode demorar até dez dias para passar, com o sintoma intermitente ao longo desse período. Diferentemente da faringite viral, a causada por alergia costuma ser crônica. Isto é, persistir por mais tempo e voltar a se manifestar em outros momentos1.
Mesmo em caso de recorrência, é recomendado procurar atendimento médico para diagnóstico correto, a fim de realizar exames para identificar a origem e evitar a evolução para um quadro bacteriano ou viral após se acostumar com a variação alérgica da inflamação1.
Dessa forma, consegue-se obter indicações quanto ao melhor tratamento para recuperar sua saúde, além de descartar riscos de complicações.
As dicas incluem4:
Também é válido evitar refeições próximas da hora de dormir, para não causar refluxo, ficar em repouso e cuidar da voz, especialmente quando surgem crises de tosse4.
Por outro lado, vale a pena investir em cuidados preventivos para diminuir o risco de ter a condição, que envolvem4:
Siga as dicas1,3:
E, como comentado, procure ajuda médica sempre que a situação se agravar ou as abordagens caseiras não derem resultados.
Aproveite e leia também: “Tomar gelado piora a tosse? Descubra a verdade”
Sim! No entanto, o sintoma também pode estar relacionado a outras inflamações próximas, como amigdalite ou laringite, que atingem estruturas diferentes do trato respiratório. A diferença está na área afetada1,3:
Agora que você já sabe quando a dor de garganta pode ser faringite, veja também como diferenciar esse quadro de sintomas causados por gripe ou alergias.
A diferença principal está nos sintomas. A faringite alérgica ocorre por irritação da garganta associada a alergias e geralmente não provoca febre, sendo mais comum haver congestão nasal e gotejamento pós-nasal. Já a gripe é uma infecção viral e costuma causar febre, dores no corpo, cansaço, espirros e dor de garganta1,4,5.
Outra diferença importante entre faringite alérgica e gripe está no tipo de tosse. Na alérgica, costuma ser seca e relacionada à irritação da garganta. Já na gripe, a tosse pode aparecer acompanhada de mal-estar geral e outros sintomas respiratórios1,4,5.
Em muitos casos, especialmente em tipos de faringite leves, você pode aliviar os sintomas com medicamentos de venda livre, como analgésicos, além de medidas simples, como hidratação e gargarejos com água morna e sal1,2. Procure atendimento médico se houver dificuldade para respirar ou engolir, febre persistente ou piora dos sintomas1.
Também é importante buscar avaliação médica quando há tosse produtiva acompanhada de febre, já que esse quadro pode indicar infecção das vias respiratórias que precisa de diagnóstico e tratamento adequados4.
O que pode ajudar4,5:
O que deve ser evitado4,5:
Os antialérgicos auxiliam no controle da faringite alérgica com tosse, pois impedem que o excesso de histaminas, substâncias que o organismo libera em resposta a alergênicos, agrave a inflamação e a coceira na garganta. Também é válido considerar o uso de xaropes para tosse, principalmente quando houver expectoração1,2.
Os medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios também podem compor o tratamento para aliviar os sintomas, visto que diminuem a dor e o inchaço presentes nesse quadro1,2.
O uso de antibióticos, por sua vez, só é recomendado em caso de suspeita de infecção bacteriana e deve ser feito sob orientação médica1,2.
Por se tratar de um quadro alérgico, esses remédios são prescritos apenas quando o médico identifica sinais e comprova com exames que bactérias se aproveitaram da inflamação para causar alguma infecção subsequente, como amigdalite bacteriana ou uma sinusite aguda1,2,3.
O melhor remédio depende da causa do sintoma. Como a tosse é um mecanismo natural de defesa do organismo para limpar as vias respiratórias, nem sempre é necessário usar medicamentos para interrompê-la. Em muitos casos, principalmente quando está associada a viroses respiratórias, o quadro melhora sozinho após alguns dias4.
Quando há presença de secreção, por exemplo, a tosse ajuda a eliminar o muco das vias aéreas. Por isso, o tratamento mais indicado costuma ser tratar a causa do problema e adotar cuidados básicos, como manter boa hidratação e evitar irritantes, como a fumaça de cigarro4.
Em algumas situações, medicamentos expectorantes ou mucolíticos podem ser utilizados para fluidificar as secreções e facilitar a eliminação do catarro4. Ainda assim, a escolha do remédio mais adequado deve considerar a origem da tosse e a orientação de um profissional de saúde1,2.
Quando a dor de garganta aparece com sintomas de gripe ou resfriado, como febre, mal-estar e irritação na garganta, medicamentos analgésicos e antitérmicos podem ajudar a reduzir o desconforto enquanto o organismo se recupera.
Os produtos Benegrip foram desenvolvidos para aliviar sintomas comuns dessas condições, ajudando você a se sentir melhor durante o período de recuperação.
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A duração depende da causa. A forma viral costuma durar de três a sete dias, enquanto a bacteriana pode persistir entre sete e dez dias. Por outro lado, a faringite alérgica pode levar até dez dias para melhorar e pode retornar após nova exposição ao alergênico1,2,3.
Antibióticos são indicados apenas quando há suspeita ou confirmação de infecção bacteriana. Na maioria dos casos, porém, a faringite tem origem viral e tende a melhorar espontaneamente. Por isso, o uso desses medicamentos deve ocorrer somente com orientação médica, após avaliação clínica e confirmação da causa do quadro1,2.
Hábitos simples podem ajudar a aliviar os sintomas da faringite em casa, como beber bastante líquido, descansar, fazer gargarejo com água morna e sal e usar umidificadores. Também é indicado consumir alimentos leves e quentes, como sopas e chás, para reduzir a irritação na garganta1,3,4.
Em crianças ou gestantes, qualquer sintoma persistente de dor de garganta deve ser avaliado com mais atenção. É importante evitar automedicação e buscar orientação médica para confirmar a causa da inflamação e indicar o tratamento mais seguro, especialmente se houver febre, dificuldade para engolir ou piora dos sintomas1,2.

Trabalha na indústria Farmacêutica desde os anos 2000, vindo a atuar nas áreas de Saúde Feminina, Consumer Health, Clínica Geral, Pediatria, Dor e Inflamação, Reumatologia, Similares e genéricos.
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