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Teve uma gripe, não deu muita importância ao quadro e, depois, começou a sentir dificuldade para engolir, dor de garganta e até febre? Esses sintomas podem indicar faringite viral1.
A doença é uma inflamação da faringe (garganta) provocada por um vírus. O problema pode ocorrer de forma isolada ou surgir como uma infecção secundária do sistema respiratório, após um resfriado, por exemplo1.
Essa condição também pode ser provocada por bactérias, mas, na maioria dos casos, o agente causador é um vírus. Por isso, além de mais comum, a faringite viral é contagiosa1.
Para evitar esse problema, é fundamental entender o que é a faringite viral, reconhecer os principais sintomas e saber quanto tempo dura a crise. Continue a leitura para aprender a tratar a inflamação e conferir as formas de prevenir o contágio.
Resumo
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Boa leitura!
É a inflamação viral da mucosa que reveste a faringe, parte posterior da garganta, onde se conectam a boca, as fossas nasais e o esôfago. É nessa região que ficam as amígdalas, logo, é comum que essas estruturas sejam afetadas. Por isso, também é conhecida como faringoamigdalite viral1.
O quadro pode acontecer por conta de outra infecção, como gripe ou resfriado, sendo tratado tanto como um sintoma quanto como uma possível complicação dessas doenças1,2.
Por isso, é fundamental observar o estado de saúde prévio do paciente para conduzir o tratamento de forma adequada.
Leia também: Quantos dias dura a gripe? E o resfriado? Quais são as diferenças?
A doença pode ocorrer após uma infecção anterior, como uma gripe malcurada. Nesse caso, a faringe já se encontra sensível e debilitada, o que a torna um alvo fácil para a ação de vírus. No entanto, também pode surgir de forma isolada, sem associação a outros problemas de saúde1.
Entre os tipos de vírus que podem levar ao quadro de faringite, se destacam: o influenza, que causa a gripe, o adenovírus e o rinovírus, que também provocam resfriados1.
Além desses agentes, o HSV, causador da herpes, o Epstein-Barr, que provoca a mononucleose infecciosa, e o HIV podem levar à faringite junto da síndrome retroviral aguda1.
O quadro segue o curso comum de inflamações respiratórias, com inchaço, vermelhidão e dor local. Outras queixas comuns incluem1:
Por fazer parte tanto das vias aéreas quanto do trato digestivo, o desconforto intenso causado pela doença pode ter efeitos em ambos. O incômodo para engolir os alimentos ou mesmo a saliva também pode causar perda de apetite e náusea1.
Além disso, sintomas extras como pintas brancas no céu da boca e na úvula, presença de pus e língua com aspecto de morango podem indicar uma infecção de origem bacteriana. Nesses casos, o tratamento é mais específico e deve ser acompanhado por um médico1.
A doença pode ser transmitida pela inalação de gotículas de saliva ou secreções contaminadas dispersas no ar. O contágio também acontece quando essas partículas se depositam em alimentos ou bebidas, permitindo que o vírus ou a bactéria entre no organismo no momento da ingestão, tendo a boca como porta de entrada.
Para prevenir a faringite, é recomendado tomar cuidado com a higiene pessoal e dos alimentos. Lavar as mãos com frequência, principalmente após tocar em objetos e superfícies ou mesmo antes das refeições, é uma prática essencial1,2.
Antes de preparar a comida, lave bem os alimentos, principalmente se eles forem consumidos crus1,2.
Também é recomendado evitar o ressecamento das mucosas respiratórias, utilizando umidificadores de ambiente e bebendo bastante água1,2.
Leia também: 13 cuidados com a saúde essenciais para o bem-estar
Sim, como a causa são vírus e bactérias, a pessoa infectada se transforma em um transmissor até que o quadro seja tratado e o risco de contágio passe. Por isso, é fundamental lavar as mãos com frequência, usar o mesmo copo e utensílios domésticos e cobrir a boca ao tossir1,2.
Para garantir que esses cuidados sejam realmente efetivos, saiba quanto tempo dura a faringite e após quantos dias do início da infecção a convivência com terceiros é mais segura.
Em geral, a faringite viral passa sozinha e dura, em média, de três a sete dias. Já a infecção bacteriana pode ser mais longa, pois o tratamento envolve antibióticos que, dependendo do tipo, são administrados durante sete a 14 dias. Porém, após dois ou três dias, os sintomas melhoram1-3.
Dessa forma, após esses períodos agudos, em que as chances de transmissão são maiores, é possível retomar as atividades cotidianas com segurança1,2.
Sim, geralmente a temperatura corporal permanece abaixo de 38 ºC. Se a febre ultrapassar esse número, a dor de garganta persistir por mais de sete dias ou a dificuldade para engolir se agravar, é fundamental procurar atendimento médico imediato para reforçar o tratamento com outros medicamentos1,2.
Nesses casos, o médico pode solicitar exames de imagem, como radiografia ou tomografia computadorizada do pescoço, para avaliar o estado da garganta1.
Mesmo diante do agravamento do quadro, não utilize antibiótico sem orientação médica, pois usar o tipo correto pelo tempo adequado é essencial para o sucesso do tratamento3.
Depois de conhecer as principais informações sobre a doença, é hora de aprender como tratar a faringite causada por vírus. Embora não haja um protocolo específico, existem cuidados que ajudam a aliviar os sintomas e a controlar a inflamação. Confira!
Tomar analgésicos e anti-inflamatórios conforme a orientação da bula, realizar gargarejos com água e sal, manter boa hidratação e preparar alimentos fáceis de engolir, como purês e sopas, são medidas que ajudam a enfrentar o período em que os sintomas são incômodos com mais conforto1,2.
Aprenda como aplicar essas dicas para aliviar os sintomas de forma eficaz e tornar o período de recuperação mais confortável.
Uma boa forma de aliviar os principais sintomas da faringite é usar medicamentos com ação analgésica. Esses remédios servem para diminuir a dor e podem ter ação anti-inflamatória, o que ajuda o organismo a controlar a inflamação local e acelerar a recuperação1,2.
Como a doença também pode causar febre, mesmo que baixa, um antitérmico pode ser utilizado. No geral, remédios antigripais combinam esses efeitos e podem ser usados no tratamento, mas é importante conferir a bula antes de tomar e consultar o seu médico1,2.
O tratamento com antibióticos não é recomendado para faringite causada por vírus, mas cabe ao otorrinolaringologista examinar o quadro e definir o melhor caminho a seguir3.
Um cuidado simples que ajuda a limpar a garganta, controlar a inflamação e aliviar o desconforto é o gargarejo com água morna e sal marinho. Essa combinação tem propriedades antissépticas que auxiliam a diluir a secreção, limpando as paredes da mucosa1,2.
A água morna também ajuda a dilatar os vasos sanguíneos, o que diminui a pressão e facilita a circulação na área inflamada, permitindo que mais células de defesa cheguem ao local para cumprir sua função1,2.
Para fazer o gargarejo, coloque uma pitada de sal, cerca de 3 g, em um copo de 250 ml de água morna. Repita o processo ao menos três vezes ao dia, enquanto durarem os sintomas1,2.
Leia mais: Gargarejo para garganta inflamada: benefícios + passo a passo
Durante um episódio de faringite, a garganta fica seca, o que piora a irritação e o desconforto. Por isso, é fundamental beber bastante água para manter a mucosa hidratada e ajudar na sua limpeza1,2.
Também é interessante aumentar a ingestão de líquidos para evitar a desidratação, o que pode acontecer por conta da febre1,2.
Por fim, é importante ter cuidados adicionais com a alimentação durante a faringite. Por conta da dor de garganta inflamada, a pessoa pode perder o apetite e ficar ainda mais fraca pela falta de nutrientes no organismo1,2.
Para evitar esses problemas, prefira alimentos quentes e fáceis de engolir, principalmente, sopas, caldos e chás1,2.
Use ingredientes que apresentem ação anti-inflamatória para reforçar a resposta do organismo, como gengibre, limão, mel e alho1,2.
A faringite viral pode causar bastante incômodo, mas é uma condição moderada que geralmente passa em poucos dias. Medicamentos de venda livre para alívio da dor na garganta e febre podem ajudar a controlar os sintomas com segurança.
Consulte o farmacêutico para escolher entre as opções para adultos ou crianças disponíveis no mercado.
Se os sintomas persistirem por mais tempo ou se agravarem, procure um otorrinolaringologista para uma avaliação adequada.
Para mais dicas de saúde e bem-estar, confira outras postagens no Portal da Saúde da Benegrip!

Trabalha na indústria Farmacêutica desde os anos 2000, vindo a atuar nas áreas de Saúde Feminina, Consumer Health, Clínica Geral, Pediatria, Dor e Inflamação, Reumatologia, Similares e genéricos.
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