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Antigripal
A sensação constante de bloqueio ao engolir aliada à necessidade de limpar a vozfaz muita gente buscar entender o que causa pigarro na garganta ¹.
Embora comum, esse sintoma pode ter diferentes origens e nem sempre está ligado apenas a um resfriado ou irritação passageira ¹.
Geralmente, o pigarro é resultado de um mecanismo natural do corpo. Afinal, a garganta produz muco para proteger as vias respiratórias, lubrificar os tecidos e capturar partículas inaladas, como poeira, poluição e microrganismos ¹.
Quando eessa produção aumenta ou altera a consistência do muco, surge a sensação de acúmulo, levando à necessidade frequente de “raspar” a garganta ¹.
Fatores, como mudanças climáticas, ar seco, alergias, refluxo, uso excessivo da voz e até hábitos alimentares, podem intensificar esse processo. Por isso, observar quando o sintoma aparece, sua duração e o que o acompanha é fundamental para diferenciar situações simples de quadros que merecem avaliação ¹.
Ao longo deste conteúdo, entenda melhor as causas, quando é importante investigar e quais medidas ajudam a aliviar e prevenir o desconforto relacionado à secreção na garganta.
Resumo
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É uma irritação na garganta, caracterizada pela sensação de obstrução leve, desconforto e rouquidão. O pigarro normalmente se manifesta com muco ou secreção. Trata-se de uma reação do sistema imunológico para combater infecções diversas, podendo causar desconforto moderado e dificultar a deglutição e a respiração normal ¹.
Em casos mais severos, a região também pode ficar bastante dolorida e gerar lesão nas cordas vocais ¹.
O pigarro é uma reação a um processo inflamatório ou infeccioso na laringe. A secreção em excesso na mucosa que reveste a garganta tem a função de aprisionar o patógeno (vírus ou bactéria), evitando que atinja outras partes do corpo, além de facilitar o envio de células de defesa ¹.
O muco causa a sensação de obstrução e faz com que a pessoa tente limpar a garganta com frequência ¹.
Diversas doenças podem desencadear essa reação e causar o pigarro na garganta. Conheça algumas delas a seguir.
Gripes podem estar por trás da resposta para o que causa pigarro na garganta. Afinal, são infecções virais que afetam o sistema respiratório completo ¹.
Já o resfriado é uma infecção viral ou bacteriana, que atinge a parte superior desse mesmo sistema. Dessa forma, ambas podem chegar à garganta e causar o pigarro ¹.
A inflamação da garganta frequentemente está associada ao pigarro após gripe. É esse muco que favorece a chegada das células de defesa ao trato respiratório para combater o invasor ¹.
A reação alérgica, devido à liberação de histamina no organismo, também pode ajudar a entender o que causa pigarro na garganta, já que essa é uma das principais vias de entrada de alérgenos, sendo necessário que o corpo produza muco para prender e expelir esses agentes ³.
Em determinados casos, a sinusite causa pigarro na garganta, o que também ocorre com a rinite, asma e rinossinusite ².
Em algumas situações, a secreção é produzida nas fossas nasais e regiões adjacentes, acumulando posteriormente na garganta e causando a obstrução ².
Uma causa alternativa ao pigarro é o refluxo laringo-faríngeo, que afeta a parte superior do trato digestivo. Diferente do refluxo gástrico, que provoca azia e queimação, esse quadro ocorre quando os alimentos voltam do estômago e ficam alojados na laringe ou faringe 4.
Dessa forma, o corpo reage com a produção de muco e pigarro para lubrificar e mover os alimentos que causaram a obstrução, dando sequência ao processo de digestão 4.
Dando início às causas menos conhecidas e frequentes, temos a laringite crônica, que é uma inflamação recorrente e duradoura na laringe. Pode levar até três semanas para passar, causando dor de garganta, irritação nas cordas vocais, tosse e rouquidão ³.
Uma doença mais grave que tem o pigarro na garganta como um dos sintomas iniciais é o câncer de laringe. Normalmente, atinge homens acima de 40 anos e se manifesta com disfagia, dificuldade de deglutição, dor de garganta e alterações na voz ³.
Considerando as diferentes possibilidades para o que causa pigarro na garganta, é importante frisar que, apesar de sua simplicidade e baixo risco, esse sintoma deve ser observado de perto ³.
Caso se mostre persistente, severo ou esteja associado a mais incômodos, é altamente recomendado procurar orientação de um médico otorrinolaringologista ³.
Os tipos mais comuns são 4:
Observar a relação entre consumo e sintomas ajuda a identificar quais alimentos que causam pigarro na garganta merecem moderação no dia a dia 1, 4.
Na infância, essa sensação costuma estar ligada a resfriados, alergias respiratórias, ar seco ou hábito de limpar a garganta repetidamente. Em geral, o pigarro na garganta em criança não é grave. Procure avaliação pediátrica se houver febre persistente, dificuldade para respirar, recusa alimentar, perda de peso ou rouquidão prolongada ².
Agora que você já sabe o que causa pigarro na garganta, confira formas de aliviar o desconforto e viver melhor ³.
As recomendações gerais são ³:
As dicas de prevenção devem ser adotadas principalmente em períodos secos, como no inverno. É importante ³:
A seguir, confira as perguntas mais frequentes sobre o tema.
É importante manter a hidratação, fazer gargarejos com água morna e sal (no caso de adultos), utilizar umidificadores de ambiente e consumir chás com ingredientes naturais, como mel e limão. Em alguns casos, recomenda-se o uso de anti-inflamatórios ou antialérgicos, sempre com orientação de um profissional ¹.
Sim. A inflamação das mucosas nasais aumenta a produção de secreção e dificulta sua drenagem natural. Esse muco pode escorrer pela parte posterior do nariz, fenômeno chamado gotejamento pós-nasal, alcançando a garganta. Como resultado, surgem pigarros frequentes, necessidade de tossir e sensação constante de corpo estranhoparado ou irritando a região ².
Pode estar associado a inflamações das vias aéreas superiores, como rinite e sinusite, além de alergias respiratórias e refluxo laringofaríngeo, que irrita continuamente a garganta. Também pode ocorrer em laringites crônicas. Quando dura várias semanas, exige avaliação médica para descartar alterações estruturais ou doenças mais graves e iniciar tratamento adequado 1, 2.
É um sinal de alerta quando persiste por várias semanas ou surge acompanhado de dor, dificuldade para engolir, rouquidão prolongada, perda de peso inexplicada ou presença de sangue na secreção. Nessas situações, é essencial procurar um otorrinolaringologista para avaliação clínica, exames complementares e diagnóstico adequado, com tratamento direcionado 1-3.
Após infecções virais das vias aéreas, a irritação da mucosa pode permanecer mesmo depois da melhora geral. Esse resíduo inflamatório mantém a produção de muco por alguns dias ou semanas. Normalmente, regride gradualmente. Persistência além de três a quatro semanas merece investigação clínica para excluir alergias ou refluxo 1, 4.
Alimentos lácteos não aumentam comprovadamente a produção de secreção, mas podem deixar a saliva mais espessa em algumas pessoas, gerando sensação de muco abundante. Esse efeito é subjetivo e temporário. Quem percebe piora individual pode moderar o consumo durante crises, sem necessidade de exclusão permanente 4.
Quando a sensação se concentra na região alta, surge necessidade frequente de limpar a garganta, geralmente sem tosse intensa ou dificuldade para respirar. Já o muco nas vias respiratórias inferiores provoca tosse produtiva, chiado, peso no peito e eliminação de secreção mais espessa, vinda de áreas pulmonares profundas, em geral 1, 3.
A tonalidade pode variar conforme hidratação, concentração do muco e presença de células de defesa, não sendo sinônimo automático de bactéria. Tons amarelados ou esverdeados podem surgir em quadros virais. Atenção é necessária se houver febre alta, dor facial intensa, mau cheiro ou piora clínica ¹.
Manifestações matinais costumam estar relacionadas ao acúmulo de secreção durante a noite, rinite alérgica, respiração pela boca ou ambiente seco. Incentivar hidratação ao acordar, higiene nasal com soro fisiológico e controle de poeira no quarto ajuda bastante. Persistindo diariamente, é importante avaliação de um pediatra ².
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Trabalha na indústria Farmacêutica desde os anos 2000, vindo a atuar nas áreas de Saúde Feminina, Consumer Health, Clínica Geral, Pediatria, Dor e Inflamação, Reumatologia, Similares e genéricos.
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