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No contexto dos remédios para dengue, os médicos podem receitar ativos analgésicos e antitérmicos para aliviar os principais sintomas da doença. Porém, é importante ter em mente que alguns medicamentos podem causar complicações e, portanto, são contraindicados para o tratamento sintomático de casos suspeitos 1-3.
Em geral, quando há esse risco, há uma mensagem de alerta nas embalagens, bulas e peças de divulgação. Apesar dos avisos, a incerteza pode persistir, seja sobre o tipo de complicação que pode surgir ou qual remédio serve como alternativa segura 3,4.
Para tirar essa dúvida, neste post explicaremos quais sintomas da dengue podem ser aliviados com remédios e o que tomar para amenizar o mal-estar da doença. Além disso, vamos mostrar qual a importância de buscar orientação médica para se recuperar da doença e o que não se deve tomar em caso de suspeita de dengue 1-4.
Resumo
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É uma doença infecciosa febril aguda, cujo vírus é transmitido pelo Aedes aegypti. A dengue é um dos principais exemplos de arbovirose, doenças cujos patógenos são propagados por insetos e aracnídeos. É similar à febre amarela, Zika e Chikungunya, que têm o mesmo mosquito como vetor de contaminação 1,2.
Em geral, a fêmea do Aedes aegypti age como vetor principal de todas essas doenças no Brasil. Normalmente, as epidemias sazonais dessas infecções acontecem após períodos de chuva e calor, que favorecem a formação de criadouros dos mosquitos transmissores 1,2.
Esse cenário acontece porque o mosquito deposita os ovos em locais onde há água limpa e parada. Assim, quando chove e o nível da água aumenta, as larvas eclodem e se desenvolvem até a vida adulta, quando finalmente começam a se reproduzir e se alimentar do sangue de outros seres vivos 1,2.
O mosquito pica uma pessoa infectada e, dessa forma, torna-se portador do vírus. Logo, ao picar outro indivíduo, pode transmitir o patógeno e desencadear um surto de dengue 1,2.
A dengue pode ser assintomática, clássica, com sinais de alarme ou grave. Essa classificação é definida conforme o quadro causado pela infecção. Além disso, vale destacar que existem quatro sorotipos do vírus da dengue, mas essas variantes não influenciam o tipo de dengue que uma pessoa pode desenvolver 1,2.
A manifestação ou evolução da dengue não está diretamente ligada a cada antígeno específico, exceto em caso de contrair a infecção pela segunda vez. Ou seja, após contrair a doença pela primeira vez, o organismo adquire imunidade contra o sorotipo que causou o quadro. Assim, as chances de desenvolver a mesma variação futuramente são mínimas 1,2.
Em contrapartida, os outros sorotipos se tornam uma ameaça maior. Nesse cenário, caso seja exposto a uma nova forma do antígeno, o risco de dengue grave aumenta 1,2.
Saiba mais sobre as diferentes manifestações da doença a seguir.
É possível desenvolver uma infecção subclínica e assintomática causada pelo vírus da dengue. Nesse cenário, não há sinais ou sintomas específicos da doença, como febre, dores no corpo, fadiga e fraqueza muscular 1,2.
A dengue clássica é a forma sintomática mais comum e, relativamente, leve da doença. Após a incubação do vírus, que pode durar entre três e quinze dias, o quadro apresenta início repentino e abrupto e causa 1,2:
Também podem surgir manchas vermelhas pelo corpo, mas esse sintoma está presente apenas em metade dos casos 1,2.
Entre três e cinco dias após o início dos sintomas, podem surgir sinais de alarme, que indicam uma piora no quadro e aumento do risco de complicações de saúde. Nesta fase crítica, é possível apresentar 1,2:
É a forma mais agressiva e severa da doença e pode causar extravasamento de plasma sanguíneo e hemorragias, desencadeando quadros de choque, disfunção e comprometimento de órgãos vitais, como coração, pulmões, rins, fígado e sistema nervoso central 1,2.
Leia também: Dengue, covid-19 e H1N1: causas, sintomas e como tratá-las
A medicação serve para aliviar os sintomas da infecção e amenizar o seu desconforto, enquanto o organismo e o sistema imune cuidam de eliminar o vírus. Ou seja, não há um antiviral útil e eficaz para acelerar a recuperação e diminuir o risco de dengue com sinais de alarme 1-4.
Em geral, os sintomas que podem ser aliviados com remédios são a febre, a dor de cabeça e as dores no corpo, tratadas com antitérmicos e analgésicos. Nesse campo, os mais usados são a dipirona e o paracetamol 1-4.
Os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como ibuprofeno e ácido acetilsalicílico, devem ser evitados, pois aumentam o risco de sangramento, devido ao seu mecanismo de ação 1-4.
É recomendado repousar para não se sobrecarregar, além de aumentar a ingestão de líquidos para combater o risco de desidratação. Sintomas como febre, vômito e diarreia aumentam a perda de fluidos e você precisa recuperá-los. Se a hidratação via oral não for possível, pode ser necessário tomar soro na veia 1,3.
Em média, para o tratamento da dengue clássica é indicado ingerir cerca de 80 ml de fluidos por quilograma de peso diariamente, enquanto durarem os sintomas 1,3.
Como o vírus age para retirar líquidos dos vasos sanguíneos, essa medida é essencial para prevenir a desidratação. Além disso, o médico pode indicar remédios para alívio sintomático, a fim de promover o seu bem-estar 1-3.
Se surgirem sintomas graves e sinais de alarme, além da febre e das dores no corpo, é necessário procurar atendimento imediato. No pronto-socorro, os profissionais de saúde podem avaliar melhor o quadro e indicar a necessidade de internação. A agilidade dessa resposta é essencial para aumentar as chances de recuperação completa 1-3.
A febre e as dores são os principais alvos do tratamento sintomático da dengue. Conforme mencionado, os medicamentos mais indicados são os analgésicos, que diminuem a percepção da dor, e os antitérmicos (antipiréticos), que atuam no hipotálamo, o “termostato” do corpo, para fazer a febre ceder 3,4.
Além do tratamento medicamentoso, é importante complementar os cuidados com repouso, hidratação e alimentação leve e nutritiva. Assim você diminui o desgaste físico durante a doença, repõe os fluidos e eletrólitos perdidos, e recupera os nutrientes que o organismo gasta para combater o quadro infeccioso 1-4.
Para situações específicas, outros medicamentos sintomáticos também podem funcionar. É o caso dos antieméticos, que aliviam náusea e enjoo. De qualquer forma, para definir se o tratamento é válido e seguro, recomenda-se procurar ajuda médica 1-4.
A dipirona atua como analgésico e antitérmico e pode servir de remédio para dengue, já que não aumenta o risco de hemorragias. O mesmo vale para o paracetamol, que serve para aliviar dor e febre, tem baixo potencial de toxicidade e é, geralmente, bem aceito pelo organismo 3,4.
Ambos são considerados seguros para casos suspeitos e confirmados de dengue, pois o mecanismo de ação não deve comprometer o funcionamento dos órgãos 3,4.
Tanto a dipirona quanto o paracetamol costumam ser úteis para aliviar as dores e baixar a febre em casos de dengue. Mas não há como apontar qual é melhor, já que a eficácia e a definição de qual remédio é mais indicado depende de características individuais e do seu histórico de saúde 3,4.
Por exemplo, conforme o seu organismo processa cada substância, o efeito pode ser mais ou menos satisfatório. Além disso, se já tomou um medicamento e teve reações adversas, leves ou não, pode ser melhor evitar o uso de ativos similares 1-4.
Por esses motivos, é recomendado procurar um médico para diagnosticar o quadro de sintomas e obter orientações confiáveis sobre o uso de remédios para dengue 1-4.
Recomenda-se evitar os anti-inflamatórios não esteroides, como ibuprofeno e ácido acetilsalicílico, e os corticoides, como a prednisolona. Os AINEs podem favorecer sangramentos e aumentar a acidez do sangue, pois reduzem a agregação das plaquetas. Outros afinam o sangue e provocam hemorragias severas, enquanto os corticoides prejudicam a resposta imunológica 3,4.
Consequentemente, também favorecem o agravamento do quadro. A lista do que não se deve tomar em caso de suspeita de dengue é muito vasta. Entre os contraindicados, destacam-se 3,4:
Para saber se um fármaco pode ou não ser usado como remédio para dengue, leia a bula, converse com seu médico ou peça orientações ao farmacêutico 1-4.
Como não há um remédio antiviral capaz de combater o vírus da dengue, o tratamento indicado é totalmente focado nos sintomas. Desse modo, é recomendado tomar um analgésico e antitérmico indicado para dengue, como paracetamol ou dipirona, e evitar substâncias que promovem o risco de hemorragias 1-4.
Além disso, não deixe de adotar medidas para complementar os cuidados, como repousar, ingerir líquidos e comer alimentos leves e nutritivos enquanto se recupera. Se notar sintomas de dengue com sinais de alarme, como vômito persistente, diarreia e letargia, procure atendimento médico imediatamente 1-4.
Assim finalizamos o post sobre remédios para dengue. Para mais dicas de saúde, bem-estar e imunidade, continue ligado em nosso blog.
Trabalha na indústria Farmacêutica desde os anos 2000, vindo a atuar nas áreas de Saúde Feminina, Consumer Health, Clínica Geral, Pediatria, Dor e Inflamação, Reumatologia, Similares e genéricos.
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