remédio antialérgico

Espirros frequentes, nariz escorrendo, olhos lacrimejantes, coceira na garganta e congestão nasal são sinais comuns de alergia e, para aliviar esses desconfortos, muitas pessoas recorrem a um antialérgico1.

Esse tipo de medicamento, também chamado de аnti-histamínico, ajuda a controlar a reação exagerada do sistema imunológico a substâncias normalmente inofensivas, como poeira, pólen ou pelos de animais1.

No entanto, quando surgem sintomas respiratórios como tosse e dor de garganta, nem sempre é fácil entender o que está acontecendo. Afinal, esses sinais podem aparecer tanto em alergias quanto em infecções respiratórias, como resfriados e gripes1,6.

Por isso, muitas pessoas ficam em dúvida se devem usar antialérgico ou antigripal, já que alguns sintomas podem ser bastante parecidos1,6.

Outra questão muito comum é saber se antialérgico serve para gripe. Isso porque, embora algumas manifestações sejam semelhantes, cada condição tem causas diferentes e exige cuidados específicos. Logo, identificar corretamente os sinais do organismo é essencial para escolher o tratamento mais adequado1,6.

Quer entender melhor sobre o assunto e descobrir se existem antialérgicos naturais? Ao longo deste conteúdo, você vai conferir por que algumas pessoas desenvolvem alergias, quais são os principais sintomas e como funcionam os medicamentos utilizados para controlar e aliviar essas reações.

Resumo:

  • A alergia é uma reação exagerada do sistema imunológico a substâncias como poeira ou pólen. Entre os sintomas mais comuns estão espirros, coceira, olhos lacrimejantes e nariz escorrendo1;
  • As alergias podem ser sazonais, alimentares, medicamentosas ou causadas por contato com substâncias irritantes. Cada tipo provoca sintomas diferentes e saber identificar a causa ajuda a entender quando usar antialérgico ou antigripal1;
  • Antialérgicos não servem para sintomas de gripe, como febre, dores no corpo e calafrios, mas podem ser úteis quando os sintomas são coriza, espirros, olhos vermelhos ou lacrimejantes e coceira na garganta1,6.
  • Anti-histamínicos ajudam a reduzir sintomas comuns de reações alérgicas, mas não tratam infecções virais. Por isso, muitas pessoas questionam se antialérgico serve para gripe1,3;
  • Os medicamentos para alergia podem causar efeitos colaterais, como sonolência ou tontura. Por isso, devem ser utilizados com orientação médica, especialmente em crianças, idosos e pessoas com doenças cardiovasculares1,3.

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O que é a alergia?

É uma reação inadequada do sistema imunológico a diversas substâncias, que, na maioria das vezes, são inofensivas. Podem ser simples, causando sintomas leves, como irritação e coceira, ou mais graves, como é o caso da anafilaxia, que é a forma mais severa e potencialmente fatal de alergia1.

Em geral, a razão dessa resposta imprópria do organismo é uma hipersensibilidade genética do indivíduo, que faz com que os mecanismos de defesa do corpo atuem de forma descabida quando em contato com elementos que não oferecem risco ou sequer ameaçam o bem-estar1.

Os principais sintomas de alergias são1:

Em muitos casos, a alergia respiratória provoca secreção nasal aquosa persistente, além de erupções e irritações de pele1.

Quais são os tipos mais comuns de reações alérgicas?

Os principais tipos são1:

  • alergia sazonal: causada por pólen, grama, tempo frio e seco;
  • alergia medicamentosa: ocorre após ingestão de um medicamento;
  • alergia alimentar: acontece ao comer alimentos como amendoim e camarão;
  • alergia perene: provocada por fatores presentes o ano todo, como no caso de poeira, pelos de animais e mofo;
  • alergia ao toque: desencadeada pelo contato da pele com substâncias alérgenas, como o látex;
  • alergia por picada de inseto: acontece após picada de pernilongos, abelhas e outros insetos.

Alergia, resfriado ou gripe? Como diferenciar pelos sinais?

As diferenças são muitas vezes sutis, mas, no geral, espirros e nariz escorrendo, por exemplo, podem ocorrer tanto na alergia quanto no resfriado e gripe. No entanto, sintomas como coceira nos olhos ou na pele, febre e dores no corpo ajudam a indicar qual condição está presente1,6.

No caso das alergias, trata-se de uma resposta do sistema imunológico a substâncias geralmente inofensivas. Em geral, os sintomas são leves e incluem espirros, olhos lacrimejantes, coriza, coceira na pele e erupções cutâneas que podem provocar prurido (coceira)1.

Já o resfriado costuma causar garganta irritada e tosse, sendo esse um dos sinais mais característicos. Além disso, coriza, espirros e dor de garganta podem ocorrer. A tosse, inclusive, é um sintoma que aparece com frequência tanto no resfriado quanto na gripe6.

Por sua vez, a gripe geralmente provoca sintomas mais intensos, como arrepios, fadiga e dores no corpo. A presença de febre é um indicativo importante e ajuda a diferenciá-la do resfriado. Em alguns casos, também podem surgir sintomas gastrointestinais, como vômitos ou diarreia6.

Entender essas diferenças é fundamental, pois essa distinção entre alergia, gripe e resfriado também ajuda a decidir quando usar um antialérgico ou antigripal, já que cada medicamento atua em sintomas diferentes.

Leia também: Quantos dias dura a gripe? E o resfriado? Quais as diferenças?

O que são antialérgicos e como agem no organismo?

São medicamentos anti-histamínicos que bloqueiam receptores de histamina no organismo e, com isso, reduzem a ativação de mastócitos e a liberação de sinalizadores inflamatórios1. A histamina conta com quatro receptores principais (H1, H2, H3 e H4), e existem fármacos específicos para cada um deles, chamados anti-H1, anti-H2, anti-H3 e anti-H45.

Entre essas classes, os anti-H1 são os mais utilizados no tratamento de alergias, pois apresentam ação no sistema nervoso central e eficácia no controle de diferentes condições alérgicas, como urticária, rinite, sinusite e conjuntivite5.

Os anti-histamínicos também podem ser classificados em primeira e segunda geração, de acordo com sua atividade no sistema nervoso central5:

  • primeira geração: atravessam a barreira hematoencefálica e se ligam aos receptores H1 cerebrais, o que pode causar sedação e exige administrações mais frequentes ao longo do dia;
  • segunda geração: apresentam maior especificidade pelos receptores periféricos, menor penetração no sistema nervoso central e, por isso, tendem a provocar menos sonolência e menos efeitos adversos.

Compreender como esses medicamentos atuam no organismo também ajuda a saber se o antialérgico serve para gripe. Confira a seguir!

Antialérgico serve para gripe? Quando faz sentido usar (e quando não)?

O uso de antialérgicos não é indicado para sintomas típicos de gripe, como febre, dores no corpo, calafrios ou perda de olfato e paladar sem nariz entupido. Esses sinais estão associados a infecções virais e não respondem à ação de bloqueio da histamina (substância liberada pelo organismo durante reações alérgicas)1,6.

Por outro lado, o medicamento pode ser útil quando os sintomas predominantes são coriza (nariz escorrendo), espirros frequentes, olhos vermelhos ou lacrimejantes e coceira na garganta, manifestações comuns de reações alérgicas1,6.

Em algumas situações, medicamentos usados para sintomas respiratórios podem combinar anti-histamínicos com descongestionantes. Essas formulações ajudam a aliviar o corrimento nasal e a congestão quando há necessidade de controlar mais de um sintoma ao mesmo tempo1.

Agora que você sabe se antialérgico serve para gripe, confira quando o uso do medicamento é mais indicado.

Quando devo tomar um antialérgico?

De modo geral, você deve tomar o medicamento quando apresentar sintomas agudos após interagir com potenciais alérgenos, conforme orientação médica. O acompanhamento do profissional de saúde é essencial para identificar o tipo de reação alérgica e, consequentemente, o tipo de remédio que é mais seguro e eficaz em cada caso1.

Existem opções de venda livre, disponíveis sem prescrição médica. Na maioria dos casos, esses ativos oferecem alívio parcial para coriza e espirros, congestão nasal, olhos lacrimejantes e erupções cutâneas1.

Há também a possibilidade de estarem combinados com outros fármacos para tratar sintomas secundários em infecções respiratórias1.

Por exemplo, no tratamento de gripes e resfriados, muitas pessoas ficam em dúvida entre usar antialérgico ou antigripal. Em geral, os antigripais combinam ativos analgésicos e antitérmicos para reduzir febre e dor1.

Contudo, muitos remédios acrescentam anti-histamínicos na composição, para combater simultaneamente o corrimento e a obstrução nasal1.

Quais são os tipos de remédio antialérgico?

Existem vários, cada um indicado para sintomas e causas específicas. Os principais incluem anti-histamínicos, corticosteroides nasais, estabilizadores de mastócitos, descongestionantes e modificadores de leucotrienos. Em casos mais graves, o médico pode recomendar outras alternativas de tratamento, como imunoterapia, injeções de epinefrina, inaladores de corticosteroides e colírios antialérgicos1.

A seguir, conheça as características de cada um!

Anti-histamínicos

Os anti-histamínicos são mais comuns no tratamento de alergias, pois ajudam a reduzir sintomas como secreção nasal aquosa, espirros e irritação nos olhos1.

Podem ser encontrados em comprimidos, líquidos, sprays nasais, colírios e cremes para a pele. Na maioria dos casos, esse tipo de medicamento também provoca sonolência e é eficaz apenas para sintomas moderados, principalmente os medicamentos de venda livre, adquiridos sem receita1.

Corticosteroides para congestão nasal

Os corticosteroides nasais em spray são mais potentes e servem para reduzir a inflamação causada pela reação alérgica na mucosa respiratória, das narinas até a parte posterior da garganta1,2.

O uso desses medicamentos deve ser orientado pelo médico, pois são fortes e podem ter efeitos adversos se ingeridos de maneira inadequada1,2.

Estabilizadores de mastócitos

Os estabilizadores de mastócitos são usados quando os anti-histamínicos comuns se mostram ineficazes para aliviar os sintomas alérgicos1,2.

Esse tipo de medicamento atua bloqueando a histamina e outras substâncias que podem inflamar os mastócitos, células inatas que controlam a ação do sistema imunológico1,2.

Somente quando os estabilizadores não conseguem tratar o quadro é que o médico costuma indicar o uso dos corticosteroides1,2.

Descongestionantes

A congestão nasal é a obstrução parcial das narinas por conta de inflamação local, comum em reações alérgicas e infecções respiratórias. Em geral, os descongestionantes combinam ação anti-inflamatória e anti-histamínica, capazes de aliviar sintomas leves ou moderados, como secreção nasal aquosa1.

Os descongestionantes também podem apresentar efeito fluidificante, para facilitar a remoção de catarro, além de diminuir o inchaço e a irritação na mucosa nasal1.

Modificadores de leucotrienos

Os leucotrienos são substâncias químicas produzidas pelo organismo para constringir os brônquios, ou seja, comprimir as terminações das vias aéreas para impedir danos ao sistema respiratório1,2.

Como essa ação pode prejudicar a saúde e ser causada por uma resposta inadequada do sistema imune, os modificadores atuam para inibir a síntese e a ação desses elementos orgânicos1,2.

Dessa forma, têm efeito anti-inflamatório. Assim, além de tratar alergias, ajudam a aliviar crises de asma1,2.

Imunoterapia

A imunoterapia é um tratamento de longo prazo para dessensibilizar o organismo e evitar reações alérgicas, principalmente de substâncias que não podem ser evitadas pelo paciente. Funciona como uma vacina que expõe o paciente a uma dose reduzida, inativa ou controlada do alérgeno3.

O tratamento de alergias com imunoterapia pode ser feito via3:

  • oral;
  • sublingual;
  • sublingual cuspida (quando a vacina deve ser eliminada depois de ficar sob a língua por certo período);
  • nasal;
  • brônquica (aplicação de solução aquosa ou pulverização diretamente nos brônquios, com aparelhos específicos).

Injeções de epinefrina

As injeções de epinefrina são medidas emergenciais para tratar reações anafiláticas, normalmente aplicadas em um músculo, osso ou veia. Servem para interromper o quadro alérgico e impedir a obstrução das vias respiratórias, mesmo que temporariamente1.

Inaladores de corticosteroides

Os inaladores de corticosteroides são mais utilizados em casos de asma, mas, dependendo do quadro, também são implementados em outras formas de alergia crônica. Servem para impedir a inflamação das vias aéreas1,2.

Conhecidos popularmente como “bombinhas de asma”, os aparelhos são colocados na boca do paciente, que deve puxar o ar e pressionar o botão na parte superior para liberar a dose controlada do medicamento1,2.

Gotas oculares antialérgicas

As gotas oculares antialérgicas são colírios com efeito lubrificante e anti-histamínico. Nas reações de hipersensibilidade, os olhos podem ficar avermelhados, irritados e coçando muito, causando um tipo de conjuntivite que pode ser tratado com esse tipo de medicamento1.

Depois de entender os tipos de medicamentos antialérgicos e antigripais, vale saber como aliviar sintomas comuns de reações alérgicas, como coriza, espirros e congestão nasal.

Como aliviar congestão, coriza, espirro e nariz escorrendo com segurança?

Esses sintomas podem ocorrer em alergias e uma das formas de aliviar o desconforto é com o uso de anti-histamínicos. Para utilizar esses medicamentos com segurança, é importante saber que1:

  • reduzem sintomas alérgicos, como coriza e espirro, olhos lacrimejantes e coceira¹;
  • não melhoram a respiração quando as vias aéreas estão contraídas¹;
  • não devem ser usados por menores de 12 anos ou por hipertensos sem orientação médica¹.
  • pessoas com hipertensão devem evitar descongestionantes, salvo quando recomendados e monitorados por um médico¹.

Depois de entender como um remédio para alergia ajuda a aliviar os sintomas, também é importante saber qual é a forma correta de utilizá-lo no dia a dia.

Como tomar um antialérgico?

Siga as dicas1,3:

  1. Identifique a causa da alergia e a severidade do quadro;
  2. Leia atentamente a bula e confira dosagem, indicações, contraindicações, efeitos colaterais e interações medicamentosas;
  3. Tome o remédio conforme a dose e a frequência indicadas na bula para pacientes do seu perfil;
  4. Evite o uso durante a gestação e a amamentação, exceto quando houver recomendação explícita do médico;
  5. Caso os sintomas persistam ou se intensifiquem após o uso, interrompa imediatamente o tratamento e fale com seu médico.

Além dessas recomendações, é fundamental respeitar a duração do tratamento indicada na bula. Embora seja seguro quando utilizado corretamente, muitas pessoas têm dúvidas sobre dependência de antialérgico, o que não ocorre com os anti-histamínicos1,3.

Por fim, vale lembrar que cada medicamento atua de forma específica e que a resposta do organismo pode variar de uma pessoa para outra. Por isso, sempre que possível, o uso deve ser feito com acompanhamento médico1,3.

Existe antialérgico natural para aliviar alergias?

Alguns alimentos contam com compostos com ação semelhante à de anti-histamínicos naturais. A cebola, por exemplo, é rica em quercetina e pode reduzir sintomas como secreção nasal e olhos lacrimejantes. Chá de capim-limão, mel, pimenta vermelha e alho também podem ajudar a aliviar manifestações alérgicas leves7.

No entanto, é importante lembrar que antialérgicos naturais não substituem os medicamentos prescritos quando os sintomas são mais intensos ou persistentes.

Como tratar reações alérgicas?

O tratamento começa com a identificação do alérgeno. Quando os sintomas são leves, os anti-histamínicos costumam ser a primeira opção. Caso não sejam suficientes, o médico pode indicar outras alternativas, como corticosteroides ou estabilizadores de mastócitos, que atuam de forma mais intensa no controle da resposta inflamatória1.

Além dessas abordagens, existe a imunoterapia com alérgenos. Como mencionado, essa alternativa é um tratamento que não serve para aliviar os sintomas. O objetivo é expor o indivíduo a pequenas doses da substância, de maneira controlada, para dessensibilizar o organismo e condicionar uma adequação da resposta do sistema imune1.

Geralmente, a imunoterapia é aplicada apenas quando o agente causador da alergia não pode ser evitado. Vale destacar que esse processo pode levar de três a cinco anos para ser concluído com sucesso1.

Quais cuidados são importantes ao tomar antialérgicos?

Os antialérgicos podem causar efeitos colaterais, como sonolência, boca seca, vista embaçada, confusão mental, tontura e dificuldade para urinar. Em outros casos, pode haver reação oposta, também chamada de paradoxal, que inclui inquietação, agitação e nervosismo após tomar o remédio. Por isso, o medicamento deve ser utilizado com orientação médica1.

Ao considerar as possíveis reações adversas, é necessário ter muita cautela para administrar anti-histamínicos e descongestionantes em crianças, idosos e pessoas com problemas cardiovasculares1.

Durante a gestação e a amamentação, as mães devem ter cuidado adicional e informar o médico antes de usar qualquer anti-histamínico, pois o medicamento pode conter substâncias nocivas ao desenvolvimento do bebê1.

Para finalizar, fica a recomendação para procurar um pronto-atendimento caso sinta as vias aéreas estreitarem, causando sibilos e dificuldade para respirar, além dos sintomas mais comuns, como coriza (secreção nasal aquosa) e espirros, olhos lacrimejantes, coceira na garganta, tosse e irritação de pele1.

Como escolher um remédio antialérgico?

A escolha do remédio adequado ao tratamento deve ser feita pelo médico. Esse cuidado é importante para aumentar a segurança no uso de medicamentos, principalmente para evitar efeitos adversos e dúvidas comuns, como o receio de dependência de antialérgico, que não está associado ao uso correto de anti-histamínicos1.

Por exemplo, muitos anti-histamínicos podem provocar sonolência, aumentando o risco de acidentes. Logo, é necessário que o paciente repouse quando estiver usando esse tipo de medicamento. Da mesma forma, alguns fármacos do gênero causam alterações no ritmo cardíaco e na pressão arterial, portanto demandam cautela em pessoas com comorbidades1.

No tratamento de gripes e resfriados, os antigripais, como os da linha da Benegrip, combinam substâncias analgésicas, anti-inflamatórias e antialérgicas em sua fórmula, pois existem sintomas comuns entre alergias e infecções respiratórias4.

Nesse contexto, produtos como os da linha Benegrip podem ajudar quem está em dúvida entre antialérgico ou antigripal, já que suas fórmulas combinam ativos que atuam em diferentes sintomas respiratórios.

Antialérgicos para sintomas respiratórios: conheça as opções da linha Benegrip

Benegrip ajuda a aliviar sintomas alérgicos em gripes e resfriados, com ativos anti-histamínicos em toda a linha antigripal. Conheça a família Benegrip4:

  • Benegrip: é um antigripal clássico indicado para o alívio de febre, dores e sintomas alérgicos associados a gripes e resfriados;
  • Benegrip® Multi Dia: por ser um antigripal que não causa sonolência, é ideal para aliviar sintomas de gripes e resfriados durante o dia sem prejudicar a disposição nas atividades diárias;
  • Benegrip® Multi Noite: foi desenvolvido para o período noturno, ajudando a combater febre, dores e sintomas alérgicos;
  • Benetosse: xarope que alivia a tosse produtiva, indicado como expectorante e mucofluidificante. É ideal para facilitar a eliminação de secreções e controlar os gatilhos da tosse;
  • Benedesc Plus: esse descongestionante e antialérgico líquido é feito especialmente para crianças acima de dois anos, agindo rapidamente para aliviar coriza e espirro, congestão nasal e outros sintomas em questão de minutos.

Confira e adquira a linha completa de Benegrip.

Esperamos que tenha gostado do post e aprendido sobre o tratamento com remédios para alergia. Até a próxima!

FAQ

Ainda tem dúvidas sobre o tema? Confira a seguir as respostas para algumas perguntas frequentes.

Antialérgico faz efeito em quanto tempo? Serve para secreção nasal aquosa?

Anti-histamínicos vendidos sem receita começam a agir após a administração e ajudam a reduzir sintomas de reações alérgicas, como secreção nasal aquosa, espirros e olhos lacrimejantes. Idealmente, devem ser tomados antes da exposição ao alérgeno e mantidos durante o período de sintomas, conforme orientação médica6.

Antialérgico ou antigripal? Pode usar junto?

Sim, em alguns casos. A indústria farmacêutica frequentemente combina anti-histamínicos com descongestionantes em antigripais de venda livre. Essas formulações podem ser úteis quando há sintomas como coriza e congestão nasal, mas contam com contraindicações (especialmente quando o medicamento é de 1ª geração) relacionadas à idade e a doenças pré-existentes1.

Qual o melhor horário para tomar para reduzir sonolência?

Alguns anti-histamínicos podem causar sonolência, principalmente os que atravessam o sistema nervoso central (1ª geração). Por isso, é importante evitar tomá-los antes de algumas situações, como dirigir, operar máquinas ou realizar atividades que exigem atenção. O horário de uso deve considerar esse possível efeito sedativo1.

Crianças e gestantes podem usar? Quando é indispensável avaliar com um médico?

Gestantes devem evitar alérgenos e, quando necessário, usar spray nasal anti-histamínico. Em crianças, alguns medicamentos não devem ser usados antes dos 2 anos ou antes dos 12 quando combinados com descongestionantes. Além disso, pessoas com hipertensão ou doença cardiovascular devem consultar um médico antes do uso1.

Existe dependência de antialérgico?

Anti-histamínicos não causam dependência. Seus efeitos colaterais podem incluir sonolência, boca seca, visão turva, constipação, tontura ou dificuldade para urinar. Em alguns casos, pode ocorrer uma reação oposta, como nervosismo ou agitação. A confusão costuma ocorrer com descongestionantes nasais, que podem provocar efeito rebote quando usados em excesso1.

Imagem ilustrativa com embalagens de todos os produtos Benegrip

Sobre o autor

Dr. Márcio de Queiroz Elias

Trabalha na indústria Farmacêutica desde os anos 2000, vindo a atuar nas áreas de Saúde Feminina, Consumer Health, Clínica Geral, Pediatria, Dor e Inflamação, Reumatologia, Similares e genéricos.

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