Bebe resfriado

A fragilidade acompanha as crianças até os dois anos de vida. Isso porque, nessa fase, a imunidade ainda está engatinhando e, desse modo, o sistema respiratório fica mais vulnerável a infecções recorrentes. É por isso que ter um bebê resfriado em casa é uma situação comum, que pode acontecer até mais de oito vezes ao ano.  

Na maioria das vezes, não é nada sério, mas isso não significa que dá para descuidar ou mesmo que os pais não devam se preocupar com seus pequenos. Por isso, reunimos algumas dicas para você saber identificar se o seu bebê está resfriado, conhecer os sintomas mais comuns e entender como tratar cada um deles.

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O que acontece com o bebê resfriado?

O resfriado é uma infecção respiratória que pode ser causada por mais de 200 vírus diferentes. Embora tenha uma intensidade leve, o sistema imunológico infantil não está preparado para combater tantos patógenos distintos, por isso, ficar com o bebê resfriado é tão frequente.

Esses vírus viajam principalmente pelo ar, propagados quando uma pessoa doente tosse ou espirra, por exemplo. Além de serem inalados, eles podem cair sobre superfícies diversas, incluindo nos brinquedos e objetos utilizados pela criança.

Como os bebês adoram colocar tudo na boca, os vírus que causam o resfriado têm um acesso bem fácil ao sistema respiratório. O contato com outras crianças pequenas, na creche ou em casa, também favorece o bebê resfriado.

Como saber se o bebê está resfriado?

Os sintomas de resfriado em bebês se manifestam principalmente no nariz e na garganta dos pequenos. É comum eles ficarem com coriza, tosse e chorando bastante, mais que o normal.

Para saber se o bebê está resfriado, os pais devem ficar atentos aos seguintes sinais:

  • nariz entupido;
  • nariz escorrendo, com secreção esbranquiçada;
  • espirros;
  • tosse;
  • fadiga;
  • irritação;
  • perda de apetite;
  • dificuldade para dormir;
  • febre;
  • vômito e diarreia.

Quando estamos com o bebê resfriado, a febre tende a ser mais baixa, com coriza, nariz entupido e tosse entre as queixas mais comuns. A gripe em bebês costuma ser mais intensa, com febre alta e sintomas mais fortes, mesmo que ambas possam ser bem parecidas.

No geral, o bebê resfriado apresenta os sintomas por uma média de sete dias.

Quando procurar o pediatra com o bebê resfriado?

Não é necessário ficar muito preocupado com o bebê resfriado e nem é preciso oferecer remédios para a criança. Na maioria das vezes, os sintomas são leves e alguns cuidados caseiros já bastam para aliviar o quadro.

Porém, se você notar que os sintomas não melhoram com o tempo ou estão mais fortes, é recomendado procurar atendimento médico com urgência, principalmente se ele tiver febre elevada e que não passa.

A partir dos 3 meses de idade, é indicado levar o bebê resfriado ao pediatra quando:

  • ele não está fazendo xixi e cocô na frequência normal;
  • o bebê está com febre alta, acima de 38 ºC;
  • está mais irritado, chorando e indicando que pode estar com dor de ouvido;
  • os olhos estão vermelhos e lacrimejando o tempo todo;
  • ele tem dificuldade em respirar, apresenta chiado no peito ou está com os lábios azulados;
  • a secreção nasal está mais espessa e apresenta coloração verde ou amarelada;
  • o bebê não está pegando o peito para se alimentar;
  • os sintomas não melhoram ou parecem mais intensos.

Esses sinais podem indicar que a situação é um pouco mais séria, principalmente por conta da febre, desidratação, dificuldade respiratória e falta de nutrição.

Como tratar o resfriado em bebês? O que dar para ele?

Para cuidar do bebê resfriado, o ideal é proteger a criança, ajudá-la a ficar calma e esperar que os sintomas passem. Em geral, remédios não são utilizados em crianças com menos de dois anos de idade e só podem ser oferecidos quando orientados pelo pediatra.

Nesse caso, para tratar o resfriado em bebês, as medidas caseiras são as melhores alternativas para ajudar os pequenos a se recuperarem.  De modo geral, as recomendações são as seguintes:

Oferecer bastante líquido

É muito importante oferecer bastante líquido para o bebê ingerir. Até os seis meses, apenas o leite materno ou fórmulas infantis são recomendadas. Depois disso, pode oferecer água ou um chá de ervas.

Com isso, é possível ajudar a limpar as mucosas da garganta, combater o risco de desidratação e estimular a criança a se alimentar sempre que possível.

Fazer repouso e preferir brincadeiras mais leves

O bebê resfriado pode ficar bem fraquinho, por isso, deixe ele repousar bastante e, quando for brincar com a criança, prefira atividades mais calmas. Agitação pode agravar os sintomas. Quando ele começar a mostrar que está mais ativo, é sinal de que está melhorando. Ainda assim, é melhor pegar leve.

Deixe o bebê sentado

Deixe o bebê sentado ou com a cabeça elevada em relação ao restante do corpo, para facilitar a respiração e aliviar a sensação de nariz entupido.

Banhos mornos podem ajudar a controlar a temperatura

Quando a febre está baixa, com menos de 38 ºC, não é preciso intervir. Porém, se ela aumentar, esse pode ser um sinal de alerta. Mesmo assim, para manter a temperatura controlada, você pode  dar um banho morno na criança.

Uso de aspirador nasal e soro fisiológico

Crianças muito pequenas não conseguem assoar o nariz sozinhas. Para aliviar a congestão nasal em bebês resfriados, é possível usar soro fisiológico ou solução salina para limpar as narinas, sempre com muito cuidado.

Também é possível usar um aspirador nasal, que é basicamente uma seringa que serve para puxar a secreção e assoar artificialmente o nariz da criança. Outra indicação é o descongestionante nasal em líquido, geralmente os antigripais contêm em sua fórmula essa propriedade.

Umidificador de ambiente

Quando o clima está frio e seco, o desconforto do bebê pode ser maior. Dessa forma, é interessante que ele fique bem acomodado e, preferencialmente, em um local com umidificador de ambiente.

Esse aparelho ajuda a prevenir o ressecamento das mucosas e pode aliviar sintomas alérgicos, como a coceira no nariz, congestão nasal e coriza.

Para cuidar do bebê resfriado, você só precisa ficar atento. Na maioria das vezes, a criança se recupera em poucos dias e não é necessário administrar remédios a ela. Isso só muda caso o pediatra indique.

Além disso, lembre-se de que febre alta e dificuldade respiratória são sinais de alerta que demandam atenção urgente. Fora isso, basta monitorar o quadro e seguir esses cuidados caseiros.

Esperamos que tenha gostado do conteúdo e ficamos na torcida para que seu bebê se recupere o mais rápido possível.

Até a próxima.

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