Benegrip®
Antigripal
A febre em bebês é bastante comum, principalmente em viroses e outras infecções similares. Por mais leves que sejam essas condições, o organismo infantil é muito sensível e não tem a mesma capacidade de combater vírus e bactérias que o sistema imunológico de um adulto.
De todo modo, os pais ficam bem preocupados quando percebem o aumento na temperatura dos seus filhos. Na maioria dos casos, não há motivos para se alarmar.
A recomendação ideal é manter a calma, monitorar o quadro e adotar cuidados para proteger a saúde da criança.
Nesse post, vamos explicar como aferir a temperatura infantil e a partir de quantos graus ela é considerada febre. Além disso, mostraremos os sinais de alerta a serem observados e o que fazer em cada caso 1.
Antes disso, um aviso importante: considere sempre as orientações do pediatra e nunca introduza medicamentos no tratamento de crianças, especialmente de bebês com menos de dois anos de idade, sem consultar o médico.
Continue a leitura!
Resumo
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É um sintoma caracterizado pelo aumento incomum e prolongado da temperatura corporal. Apesar de desconfortável, ocorre devido a um mecanismo de defesa do organismo para combater agentes infecciosos, como vírus, bactérias e fungos. Ao detectar esses patógenos, o sistema imune aumenta o limiar térmico para frear o seu avanço 1-3.
Para esse fim, a resposta imunológica atua no hipotálamo, região do cérebro que age como termostato do corpo, além de desempenhar outras funções importantes. O objetivo é reter calor para criar um ambiente desfavorável para a proliferação de microrganismos que possam ameaçar o seu bem-estar 1-3.
O quadro pode afetar pessoas de qualquer idade, mas as crianças tendem a apresentar episódios febris mais frequentes. Afinal, o sistema imune dos pequenos ainda está em desenvolvimento e não fornece uma proteção tão eficaz quanto o dos adultos 1-3.
A febre infantil costuma ocorrer por conta de gripes, resfriados, otites, bronquites, reação às vacinas e durante o nascimento dos dentes. Outras doenças também provocam o sintoma, como é o caso de hepatite (inflamação do fígado), pneumonia e infecções urinárias, ósseas, cardíacas, do sistema nervoso e do trato digestivo 1-7.
Conforme mencionado, o aumento da temperatura corporal é uma resposta do organismo para infecções, lesões e inflamações diversas. Assim, muitas condições de saúde estão entre as causas para a febre em bebês 1.
Saiba mais a seguir!
As viroses respiratórias estão entre as causas mais comuns para a febre em crianças e podem ocorrer em vários episódios durante o ano 1,5,6.
O sintoma é bastante frequente em casos de gripe, tanto em adultos quanto em bebês. A doença é uma infecção viral aguda que atinge o sistema respiratório, causada pelo vírus influenza 5.
Além de febre, pode provocar dores de cabeça e no corpo, coriza, congestão nasal e mal-estar generalizado 5.
O resfriado é similar, mas não decorre de apenas um tipo de vírus. Ao todo, existem mais de 200 patógenos que podem causar essa infecção, que costuma atingir apenas as vias aéreas superiores (boca, nariz e garganta) 6.
Geralmente, o quadro é mais leve que o da gripe. Por esse motivo, o aumento da temperatura é raro entre os adultos. Já o resfriado infantil provoca febre na maioria das vezes. Outras queixas incluem cefaleia, espirros, garganta inflamada, nariz entupido e coriza 6.
É um tipo de inflamação da traqueia e dos brônquios pulmonares. Em geral, é causada por vírus, bactérias e reações alérgicas. Os sintomas mais comuns são 7:
A febre pode surgir durante inflamações de ouvido, nariz e garganta, como otites médias, rinossinusites e amigdalites. Nesses casos, o aumento da temperatura acompanha dor, inchaço e irritação no local atingido 1,2,4.
Casos de febre aguda podem ocorrer após o bebê ser vacinado. É uma reação adversa leve, que deve durar poucas horas e tende a se resolver sem intervenção. Porém, imunizantes específicos podem causar febre duradoura, de até duas semanas, como é o caso da vacina contra o sarampo 1.
De qualquer maneira, o risco de complicações nesses casos é mínimo, exceto para indivíduos com intolerância ou alergia severa aos ingredientes da vacina. Em casos raros, a vacina pode causar reações alérgicas graves, conhecidas como anafilaxias, mas a incidência é inferior a 1,53 a cada milhão de imunizações 1.
Lembre-se de que as vacinas são incapazes de provocar doença, pois utilizam apenas versões inativas dos patógenos 1.
As infecções comuns estão entre as causas mais frequentes da febre infantil. É o caso de infecções do sistema digestivo, de ouvido ou do sistema respiratório, como a gastroenterite, otite média e a gripe em crianças, respectivamente 1-4.
Os sintomas clássicos de virose, termo popularizado para descrever essas doenças, incluem febre, coriza, inflamação de garganta, náusea, vômito e diarreia 1-4.
Por fim, outras causas merecem destaque, tais como:
O nascimento dos primeiros dentes é frequentemente associado a casos de febre em bebês. O aumento da temperatura corporal costuma ser leve e pode ser classificado como estado febril, pois fica próximo dos 37,1 ºC 1.
Não existem evidências que apontem uma conexão direta entre a febre alta, acima dos 38 ºC, e o surgimento dos dentes de leite 1.
A febre é firmada acima dos 37,5 ºC, medida na axila, e fica mais preocupante a cada grau que ultrapassa esse limiar. Até 37,1 ºC, é considerado estado febril, uma pequena anormalidade que precisa ser monitorada. Em média, a temperatura normal para crianças é de 36,4 ºC 1.
Em todo caso, esses valores são relativos. Não há consenso quanto à temperatura exata da febre em bebês e o resultado no termômetro pode variar de acordo com o método de aferimento. É comum medir a temperatura oral ou pela axila, mas existem outras formas e a escolhida pode alterar o diagnóstico 1.
Como referência, podemos adotar a seguinte tabela da febre infantil 1:
O primeiro passo é identificar a causa do mal-estar e verificar se não há sintomas preocupantes. Depois, é indicado oferecer líquidos para prevenir a desidratação, dar banho morno e aplicar compressas frias na testa e nos pulsos. Conforme orientação do pediatra, pode-se utilizar um remédio antitérmico 2.
Quando o aumento da temperatura é pequeno, abaixo dos 38 ºC, não é estritamente necessário tomar qualquer medida 2.
A febre é um mecanismo de defesa do organismo, por esse motivo, caso a criança não tenha aparência de doente, com prostração, choro excessivo e perda de apetite, o sintoma pode passar por conta própria 1.
A exceção acontece quando o bebê é muito pequeno, tem menos de três meses de idade ou apresenta sinais claros de que não está bem, como ficar muito amuado, irritado, choroso, sem fome e com dificuldades para dormir 1.
É recomendado iniciar o tratamento com medidas caseiras, tais como 2:
Se após adotar os métodos mais conservadores para abaixar a febre infantil e a temperatura não ceder, é importante procurar o pediatra da criança para avaliar a situação 2.
Nesse caso, o médico pode realizar exames, receitar um antitérmico ou iniciar tratamentos mais específicos 2.
Nem sempre, inclusive, há quem diga que é melhor deixar a febre baixar sozinha do que intervir. Geralmente, se o sintoma é leve, não compromete severamente o bem-estar infantil ou acompanha sinais de alerta, uma abordagem mais conservadora e limitada costuma ser a mais indicada 1,2.
Porém, é mais fácil falar do que fazer. Afinal, o sintoma preocupa bastante os pais, que querem diminuir o desconforto dos pequenos a todo custo 1,2.
Quanto mais jovem, adoecida ou mais alta for a temperatura da criança, maior o risco; portanto, vemos que a recomendação acima tem suas exceções 1,2.
O que pode consolá-lo é o fato da febre ser uma reação do sistema imunológico, ou seja, indica que as defesas do organismo estão ativas e prontas para proteger a saúde infantil. Assim, o melhor a fazer é monitorar a situação, oferecer alguns cuidados e agir rapidamente ao perceber sinais de alerta 1,2.
O uso de medicamentos com ação antitérmica, como os antigripais infantis, deve ser feito com bastante cuidado e sob orientação médica. É necessário ajustar a dose do remédio, de acordo com a idade e peso da criança 1,2.
O quadro pode ser preocupante se o pequeno apresentar um ou mais dos seguintes sinais de alerta 1,2:
Se o recém-nascido tiver febre, é indicado levá-lo ao médico com urgência. Isso porque o risco de infecções graves é elevado nessa faixa etária 1,2.
Além disso, o uso de analgésicos e antitérmicos até os seis meses deve ser feito apenas com orientação do pediatra 1,2.
Crianças menores de três meses com febre, sem nenhum outro sintoma, devem obrigatoriamente ser examinadas pelo pediatra para avaliar a possibilidade de infecções graves 1,2.
A partir dos três meses de idade até os três anos, o monitoramento e os tratamentos caseiros auxiliam no controle da situação. A ida ao médico não requer alarde, mas é indicada para fechar um diagnóstico e obter informações para aliviar o quadro.
Esse cenário muda se a febre estiver muito alta, acima de 39 ºC, ou se a criança estiver prostrada ou pior 1,2.
Depois dos três anos de idade, é mais fácil notar os sintomas dos pequenos, pois aprendem a falar e são mais comunicativos 1,2.
Com o tempo, o organismo adquire resistência, o que pode diminuir os episódios à medida que crescem 1,2.
Benegrip desenvolveu fórmulas especificamente para tratar sintomas de gripe em crianças, com o objetivo de entregar um tratamento eficaz, prático e seguro 8,9.
O Benegrip Multi é um antigripal líquido indicado para maiores de dois anos de idade. Com sabor agradável, copo dosador e zero açúcares, pode trazer alívio para dor, coriza e febre. ³ Para bebês a partir dos seis meses de idade, o tratamento pode ser feito com o Benegrip Febre e Dor, disponível na versão em gotas. Esse medicamento tem ação rápida e faz efeito a partir de 15 minutos após o uso 8,9.
Assim finalizamos o post sobre o que pode ser e o que fazer em caso de febre em bebês e quando é necessário se preocupar. Até a próxima!
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Benegrip Multi. Paracetamol, cloridrato de fenilefrina, maleato de carbinoxamina. Indicações: analgésico e antitérmico. Descongestionante nasal em processos de vias aéreas superiores. MS 1.7817.0768. Benegrip Multi Febre e Dor. Paracetamol. Indicações: redução da febre e alívio temporário de dores leves a moderadas. MEDICAMENTO DE NOTIFICAÇÃO SIMPLIFICADA RDC ANVISA Nº 576/2021. Janeiro/2026.

Médico pediátrico especializado em Pneumologia Pediátrica, com mais de 40 anos de experiência. Com uma sólida carreira acadêmica, é coautor de 8 livros e possui diversos artigos publicados.
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