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Gripe mal curada: por quê acompanhar sintomas e evitar complicações?

21/05/2021 gripe mal curada

Em geral, a gripe é considerada uma doença comum e de risco moderado. A ideia é que apesar de causar um grande desconforto, pode ser tratada com relativa facilidade por um organismo saudável. No entanto, uma gripe mal curada pelo sistema imune pode evoluir para quadros diversos, incluindo de alto risco.

Basicamente, a cura da gripe ocorre pelo combate do sistema imunológico ao vírus da Influenza, com a maior parte dos tratamentos indicados para aliviar os sintomas e auxiliar o organismo a se recuperar sem maiores sequelas.

Estas sequelas podem variar de uma inflamação simples, como uma otite ou sinusite, até uma infecção grave, como a pneumonia.

Elas ocorrem quando o corpo não é capaz de impedir que o vírus continue a se reproduzir e impedir o funcionamento adequado das áreas afetadas, o que pode ser observado através dos sintomas da gripe.

Ao longo deste artigo, iremos abordar a importância de acompanhar os sintomas e obter um diagnóstico preciso, otimizando assim o tratamento. Além disso, vamos falar ainda sobre as possíveis complicações de uma gripe mal curada.

Sintomas da gripe

Para entender o que leva uma gripe a essas complicações, é preciso observar primeiramente os seus sintomas mais comuns. São eles:

  • Febre alta, igual ou superior a 38 ºC;
  • Dores de cabeça e pelo corpo;
  • Garganta inflamada;
  • Coriza e congestão nasal;
  • Sensação de cansaço, fadiga;
  • Tosse;
  • Calafrios, tontura e moleza.

A gripe é uma infecção viral, causada pelo vírus da Influenza, capaz de afetar o sistema respiratório por completo, desde as vias aéreas superiores até partes do pulmão.

Ela atinge cada parte desse sistema de modo a impedir o seu funcionamento normal e utilizar o organismo para se reproduzir. É por isso que sentimos irritação nessas áreas, dificuldade em respirar e dores.

Por fim, a febre é uma reação natural do sistema imunológico, que busca elevar a temperatura corporal e impedir o vírus de se alastrar no organismo. O corpo passa a combater a perda de calor assim que detecta o vírus, por isso a febre é um dos primeiros sintomas de uma gripe, surgindo de forma muitas vezes repentina.

Como acompanhar corretamente os sintomas da gripe?

Em geral, um quadro de gripe tem duração média de 7 a 10 dias, com os primeiros 3 dias sendo os mais importantes de se acompanhar os sintomas e evitar uma gripe mal curada.

Isso ocorre pois os sintomas costumam afetar a pessoa doente com maior intensidade nesse período. A febre, as dores e o desconforto em geral são mais fortes e frequentes, normalmente demandam repouso e maior cuidado.

Depois disso, a tendência que podemos observar quando o organismo está conseguindo suprimir a infecção e promover a cura é uma melhora gradual nos sintomas, ou seja, eles perdem intensidade e vão sumindo aos poucos ao longo dos próximos 4 ou 7 dias.

O tratamento adequado para não afetar o acompanhamento dos sintomas envolve o uso de medicamentos com ação antitérmica, analgésica e anti alérgica, aliviando o quadro da pessoa doente de maneira segura.

De modo geral, para se obter um diagnóstico preciso, o acompanhamento médico é a única recomendação possível. Ainda assim, é preciso observar os sintomas e comunicá-los ao médico.

Se a pessoa doente apresentar uma melhora nos sintomas durante os primeiros dias, podemos acreditar que o organismo está se recuperando.

Por outro lado, se houver intensidade consistente ou piora no quadro após 3 dias, procurar atendimento médico é imprescindível para avaliar o quadro e garantir diagnóstico e tratamento adequados.

Dessa forma, podemos diminuir as chances de complicações causadas pelos sintomas de gripe mal curada.

Possíveis complicações da gripe

Quando uma infecção se estende e ela vem acompanhada de processos inflamatórios, é possível que ela desencadeie complicações diversas. Vamos abordar algumas dessas evoluções negativas a seguir.

Antes disso, é importante destacar que, ao contrário do que muitos pensam, o resfriado não é uma das possíveis complicações causadas pela gripe. Na verdade, o resfriado comum é provocado por outros vírus e bactérias, que causam sintomas similares aos da gripe, exceto a febre, porém, em menor intensidade.

Um ponto em comum entre essas infecções é que ambas afetam os seios da face, fossas nasais e a faringe, parte superior da garganta que se liga a boca, nariz e ouvidos. Por esse motivo, os sintomas de gripe e resfriado mal curados incluem sinusite, otite, faringite e outras inflamações localizadas.

A gripe, no entanto, pode evoluir para quadros de pneumonia e assim servir de entrada para agentes infecciosos, como o bacilo de Koch, que causa a tuberculose.

Frisamos aqui que a tuberculose não pode ser causada pela gripe mal-curada, apenas existe a possibilidade que a gripe ou pneumonia, sua complicação mais comum, cause a abertura da fístula no pulmão, por onde o bacilo de Koch pode adentrar o pulmão e assim levar a tuberculose.

Veja a seguir uma explicação mais detalhada sobre cada uma das complicações que podem ser desenvolvidas após uma gripe mal curada:

Sinusite

A sinusite é uma inflamação que acomete os seios da face e mucosa nasal, ela pode causar dor na face, afetar o olfato, levar a presença de secreção e obstrução nasal, além de provocar tosse.

As causas da sinusite variam de quadros alérgicos a infecções bacterianas ou virais, como a gripe e o resfriado. De fato, a sinusite é uma complicação comum da gripe mal curada em bebês e crianças, já que o seu sistema respiratório é mais frágil e o sistema imune não é tão desenvolvido quanto em adultos.

Otite

Similar à sinusite, temos a otite, termo que pode ser usado para definir qualquer inflamação ou infecção na região dos ouvidos. É uma complicação comum da gripe mal curada, bem como outras infecções virais ou bacterianas que afetam as vias respiratórias.

Nesse quadro, temos uma dor intensa e latejante na região do ouvido médio, parte interna do canal auditivo. É muito frequente em crianças e pode causar muito desconforto, além de outros sintomas, como febre, secreção e diminuição na capacidade auditiva.

Faringite

A faringite é uma inflamação da faringe, região que liga o nariz e a boca à laringe, parte baixa próxima ao esôfago e os pulmões. Ela pode provocar febre, tosse, coriza, dor localizada e dificuldade de engolir sólidos.

Pneumonia

Pode-se definir a pneumonia como infecção que afeta os pulmões, principalmente na região do parênquima pulmonar e o espaço alveolar. Ela pode ser causada por fungos, bactérias, parasitas e vírus. De modo geral, qualquer infecção respiratória pode evoluir para uma pneumonia, como é o caso de uma gripe mal curada. O vírus da Influenza é, portanto, um dos seus principais agentes.

Sintomas variam de tosse com catarro, dor no peito e nas costas, falta de ar e sensação de peito carregado, febre, entre outros. Como a pneumonia compromete a capacidade pulmonar, ela pode afetar a oxigenação do corpo e causar falhas generalizadas.

Por que evitar uma gripe mal curada?

Uma gripe mal curada pode trazer sérias consequências para a pessoa doente. Quando a infecção não é combatida apropriadamente, com medicamentos que aliviam os sintomas e hábitos que fortalecem o sistema imunológico, ela se estende e fragiliza o sistema respiratório.

Essa fragilidade pode causar inflamações diversas e muito desconforto, além de comprometer o funcionamento padrão do organismo. O sistema respiratório é essencial para manter as funções do corpo.

Um adulto saudável tem grandes chances de superar uma infecção dessa natureza, porém outros perfis são mais sensíveis a essas complicações, o que leva a um risco muito maior. Os chamados grupos de risco, que precisam de mais atenção e cuidado para evitar uma gripe mal curada, são os idosos, gestantes, crianças e pessoas com outras comorbidades, como doenças crônicas diversas.

Fortalecer a imunidade, repousar e fazer o acompanhamento dos sintomas com um médico, utilizando o tratamento adequado, é a única forma de garantir que o corpo se recupere totalmente e sem maiores complicações.

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REFERÊNCIAS CONSULTADAS:

Fonseca S, Barbosa A, Melnikova Z, et al. Pneumonias Pneumocócicas e Pneumonias por Influenza A: Estudo Comparativo. Medicina Interna. 2017; 24(2): 106-111. Disponível em <http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0872-671X2017000200008>. Acesso em março/2021.

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Bula do produto Benegrip Noite. Disponível em <https://www.benegrip.com.br/bula-benegrip-noite.php>. Acesso em abril/2021.

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