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Gripe A: o que é, sintomas, como se prevenir? [Guia]

11/04/2022 gripe A

A Influenza é uma infecção respiratória altamente contagiosa, causada por um vírus que pode apresentar diferentes linhagens e assim provocar variados tipos da doença. Um deles é a gripe A, que classifica uma série de subtipos tão comuns quanto intensos desse mal. 

Essa classificação compreende algumas variações preocupantes da doença, como a H1N1 e a H5N1, que ficaram conhecidas como gripe suína e aviária, respectivamente, mesmo que essa nomenclatura tenha deixado de ser praticada, para evitar a transferência de culpa para esses animais, como aconteceu. 

Com potencial preocupante de provocar complicações graves e até fatalidades, é importante termos informações confiáveis a respeito da gripe A, principalmente, sobre os métodos de prevenção mais eficazes. 

Pensando nisso, criamos um guia prático com informações sobre a gripe tipo A e como evitá-la no seu dia-a-dia. Aproveite a leitura! 

O que é a gripe tipo A? 

Como apontado, a gripe tipo A é uma classe que compreende variadas apresentações da Influenza, causadas por mutações e linhagens do vírus da Influenza A. Elas estão entre as variantes mais comuns dessa doença, com inúmeros casos anualmente durante as epidemias sazonais. 

Os subtipos mais comuns da gripe A são o H1N1, H5N1 e H3N2. Essas nomenclaturas representam basicamente as ligações proteicas que revestem o vírus.  

Por exemplo, H1N1 é um vírus com uma molécula de hemaglutinina e uma de neuraminidase, H5N1 possui cinco hemaglutininas e uma neuraminidase, e assim por diante. 

Por meio dessas enzimas, o vírus pode se ligar a outros subtipos e passar por mutações, o que leva ao surgimento de novas cepas e contribui para o risco epidemiológico. 

Atualmente, tivemos um aumento atípico nos casos da gripe A do subtipo H3N2, juntamente com a descoberta de uma nova cepa, denominada Darwin. Esse crescimento inesperado veio com a elevação no número de incidências, principalmente fora da sazonalidade comum à doença. 

Sintomas de gripe A 

De modo geral, as gripes do tipo A estão entre as mais comuns em humanos, por isso, acabam por compartilhar muitos sintomas similares, como a febre repentina e alta, calafrios, dores pelo corpo e sensação geral de indisposição. 

Isso acontece como parte da resposta do sistema imunológico à infecção provocada pelo vírus. Ao detectar sua presença e impacto no organismo, a resposta imune eleva o limiar térmico para diminuir a reprodução do patógeno e leva a inflamações nas mucosas para facilitar o transporte de fluidos e células de defesa para as áreas mais afetadas. 

De modo geral, os principais sintomas de gripe A são: 

  • Febre alta e súbita, acima de 38 ºC; 
  • Calafrios e extremidades frias; 
  • Dor de cabeça e no corpo; 
  • Fadiga e cansaço; 
  • Garganta inflamada e tosse; 
  • Coriza e congestão nasal; 
  • Náusea, vômito e diarreia, principalmente em crianças 

Ainda assim, casos mais graves podem também resultar em dificuldade de respirar, dor no peito, tontura e confusão mental. Nessas situações, é recomendado procurar atendimento médico com urgência. 

Diferença entre os tipos de gripe, resfriados e covid-19 

É muito comum que doenças respiratórias resultem em sintomas similares, incluindo aqui a febre, dores de cabeça, inflamações nas mucosas, diminuição do paladar e olfato, entre outros, o que dificulta a diferenciação entre elas e muitas vezes prejudica a obtenção de um diagnóstico preciso. 

Geralmente, entendemos que gripes são doenças exclusivamente causadas pelo vírus da Influenza, seja qual o tipo ou linhagem.  

Dentre elas, é comum ter a febre alta e repentina como primeiro sintoma notável. Além disso, é normal que as primeiras 48 horas tenham sintomas mais intensos, diminuindo gradativamente até a recuperação completa, o que deve ocorrer em um período médio de até dez dias. 

No caso do resfriado, a febre ocorre normalmente apenas em crianças ou pessoas com a imunidade prejudicada.  

Além disso, o quadro costuma passar mais rápido, durando em média três ou quatro dias. Também destaca-se que o resfriado pode ser causado por mais de 200 patógenos diferentes, o que impede a produção de uma vacina para sua prevenção, ao contrário do que acontece com a gripe. 

Por fim, vale citar o caso da covid-19. Embora muitos sintomas sejam similares entre essas infecções, nesse último caso é comum que o quadro se estenda por um período de até duas semanas, sendo que é possível também existirem sintomas mais intensos até o quinto ou sexto dia, com possibilidade de diminuição gradativa. 

Isso considerando casos mais leves, já que a gravidade da doença é preocupante e requer cuidados constantes até a recuperação completa, a fim de evitar qualquer complicação. 

Como melhorar da gripe A? 

Não é só a covid-19 que precisa ser levada a sério, a gripe A também pode levar a complicações fatais, principalmente em crianças, idosos, gestantes e pacientes com comorbidades. Tomar os cuidados necessários para facilitar a recuperação e evitar o contágio de outras pessoas é responsabilidade de todos. 

A gripe pode levar a quadros de síndrome respiratória grave e pneumonia, doenças com alto risco para a população. Para melhorar da gripe A, o tratamento consiste em: 

  1. Faça repouso imediatamente: repousar evita sobrecarga ao organismo debilitado pela infecção e diminui o risco de transmissão da doença para outras pessoas; 
  1. Beba bastante líquidos: a hidratação é muito importante para se recuperar da gripe, fornecendo um importante componente para o organismo promover a sua cura, além de evitar o ressecamento das mucosas e o surgimento de lesões mais graves nesse tecido; 
  1. Reforce a dieta: a garganta inflamada dificulta engolir a comida e diminui o paladar, provocando perda de apetite, ainda assim, reforce a dieta para garantir a ingestão de todos os nutrientes necessários para o corpo se recuperar. Prefira sopas, caldos e canjas, alimentos bem fáceis de engolir e quentes, para auxiliar também no controle da inflamação; 
  1. Uso de remédios antigripais: medicamentos com ação analgésica e antitérmica são comuns ao tratamento da gripe, indicados para aliviar os sintomas e diminuir o desconforto do paciente. Para tomar esses remédios com segurança, siga sempre as indicações do profissional de saúde. 

Dicas para evitar pegar a gripe A 

Que tal finalizarmos esse guia mostrando como é possível tentar evitar pegar a gripe A? Confira nossas dicas: 

Vacinação 

A vacina contra gripe protege contra todos os tipos de gripe sazonal que estiverem em alta a cada estação, além disso, pode garantir ao menos um quadro mais leve e com recuperação rápida dos demais subtipos, por conta da imunização cruzada. 

Por conta da mutação constante do vírus e dos diversos subtipos, um novo imunizante é produzido anualmente, que deve ser adquirido pela população, especialmente por pessoas que estão nos grupos de risco da doença (idosos, crianças, gestantes e pessoas com comorbidades). 

O direcionamento das campanhas de imunização pode levar a dúvidas sobre quem pode tomar a vacina da gripe. De modo geral, todos podem, com exceção daqueles com alergia a um dos componentes do imunizante. 

Higiene pessoal 

Hábitos de higiene pessoal ajudam na prevenção da gripe A e outras doenças causadas por vírus e bactérias. Lavar as mãos com frequência, higienizar objetos de uso pessoal e evitar levar as mãos aos olhos após tocar em maçanetas, corrimões e outros itens são medidas simples para evitar esses patógenos. 

Isso porque os vírus e bactérias podem sobreviver nessas superfícies por um período curto e contaminar as mãos quando tocamos neles. Ao tocar no rosto depois disso, podemos facilitar a entrada desses microrganismos por meio das mucosas, principalmente nos olhos, nariz e boca. 

Uso de máscaras e distanciamento 

A transmissão por contato direto ocorre, mas ela é relativamente mais rara do que a inalação de gotículas de saliva contaminadas dispersas no ambiente. Manter o distanciamento físico em locais público e fazer uso de máscara facial pode evitar esse tipo de contágio. 

Lembre-se de usar uma boa máscara, principalmente do tipo cirúrgico ou PFF2, bem ajustada ao rosto e cobrindo completamente o nariz e a boca. Evite tocar a parte frontal da proteção não abaixe a máscara para falar. 

Hábitos para reforçar a imunidade 

Por fim, uma boa dica é adotar hábitos para estimular o fortalecimento da imunidade para sua vida. Praticar atividades físicas regularmente, investir em uma rotina de sono saudável, optar por uma dieta nutritiva e balanceada são fatores que podem assegurar o seu bem-estar. 

Além disso, tais práticas fortalecem as defesas do organismo, tornando-as mais eficazes na prevenção e combate à doenças. Isso significa que você pode ficar doente com menos frequência ou ao menos apresentar sintomas de menor intensidade ao adoecer. 

Hábitos saudáveis são um investimento a longo prazo e devem ser levados muito a sério. 

E então, curtiu nossas dicas? Compartilhe o post nas redes sociais e estimule o conhecimento como forma de prevenção e cuidado com a saúde! 

Referências consultadas

Pormohammad, A., Ghorbani, S., Khatami, A., Razizadeh, M. H., Alborzi, E., Zarei, M., Idrovo, J. P., & Turner, R. J. (2021). Comparison of influenza type A and B with COVID-19: A global systematic review and meta-analysis on clinical, laboratory and radiographic findings. Reviews in medical virology, 31(3), e2179. https://doi.org/10.1002/rmv.2179

Centers for Disease Control and Prevention [Internet]. Influenza (Flu) Undestanding Influenza Viruses. Disponível em: https://www.cdc.gov/flu/about/viruses/index.htm. Acesso em fevereiro/2022.

Health Direct [Internet]. Influenza A. Disponível em: https://www.healthdirect.gov.au/influenza-a-flu. Acesso em fevereiro/2022.

Secretaria da Saúde/PR [Internet]. Influenza (gripe). Disponível em: https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/Influenza-Gripe. Acesso em fevereiro/2022.

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